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Os recursos serão reinvestidos de acordo com as recomendações do banco, sem custo para os clientes que possuem carteiras automatizadas
O BTG Pactual (BPAC11) anunciou nesta quarta-feira (02) uma nova funcionalidade para os clientes do banco: o reinvestimento automático de dividendos para carteiras automatizadas.
Com a nova função, os proventos de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) que pingarem na conta do investidor poderão ser automaticamente reinvestidos em novas cotas.
Além disso, por ser uma função automática, o investidor não precisará esperar para acumular valores mínimos em saldo para reinvestir em novos ativos. Isso deve facilitar o acesso a novas oportunidades de investimento, de acordo com a instituição.
“Acreditamos que, ao facilitar a reaplicação dos dividendos, estamos apoiando nossos clientes a potencializar os retornos de forma inteligente e prática”, afirma Marcelo Flora, sócio e responsável pelas plataformas digitais do BTG Pactual, em comunicado.
O novo recurso está disponível para todos os clientes que já possuem uma carteira automatizada contratada e não há custo para ativação, de acordo com o BTG.
Para ativar o reinvestimento automático, basta acessar o aplicativo ou o portal do banco, selecionar a carteira desejada e clicar no checkbox para ativar o reinvestimento automático.
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Segundo o BTG, as carteiras são “rebalanceadas” com base nas recomendações de investimentos do próprio banco e no perfil de cada investidor.
No final do mês passado, o BTG Pactual divulgou a lista com as melhores pagadoras de dividendos da bolsa. A seleção considerou o dividend yield — porcentagem do valor do dividendo pago por uma empresa em relação ao preço de sua ação.
Entre as principais ações recomendadas pelos analistas do BTG, o setor financeiro é um dos favoritos da lista, com seis empresas selecionadas. Destas, quatro são apenas de bancões, como o BB Seguridade (BBSE3) e Banco do Brasil (BBAS3).
No setor de serviços públicos, o BTG também elegeu empresas como a Taesa (TAEE11) como uma boa pagadora de dividendos. A lista inclui ainda a Telefônica Brasil (VIVIT3) e a Cury (CURY3), representando o setor de habitação na lista.
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
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