O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Aquisição da InterCement pode dobrar produção da CSN Cimentos, que vem sinalizando desejo de expansão no setor desde 2023
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) avançou nos planos de expansão no mercado de cimento e adicionou a InterCement no carrinho. Nesta quinta-feira (2), a siderúrgica anunciou um acordo para negociar com exclusividade a compra de 100% do capital da empresa.
Segundo o comunicado ao mercado, o contrato foi assinado na última quarta-feira (1) e tem validade até 12 de julho. A CSN (CSNA3) ressaltou, ainda, que não foram feitos acordos vinculantes que gerem obrigações ou compromissos para a realização da venda.
A InterCement, que atua no mercado internacional de cimentos e derivados, busca a venda das operações devido ao vencimento do pagamento de um empréstimo de US$ 549 milhões (R$ 2,8 bilhões), previsto para acontecer neste mês.
Além disso, a companhia ainda precisará pagar, em maio, debêntures para os bancos Itaú, Bradesco e Banco do Brasil. Em 2023, a empresa apresentou uma dívida de US$ 1,6 bilhão (R$ 8,2 bilhões).
Caso a CSN adquira o capital da produtora de cimento, a siderúrgica passará a controlar as operações no Brasil e na Argentina da produtora de cimento, que domina o mercado no país vizinho. A InterCement também está presente em outros três países: África do Sul, Moçambique e Egito.
Atualmente, o mercado de cimento no Brasil é liderado pela Votorantim Cimentos , que apresentou o maior desempenho financeiro da história da companhia em 2023. Segundo o último balanço, a produtora chegou a produzir 37 milhões de toneladas no último ano.
Leia Também
No entanto, a CSN vem sinalizando o desejo de tirar a coroa da Votorantim. A siderúrgica indicou já em 2023 que planeja expandir a atuação no mercado de cimentos.
Em evento realizado em dezembro, a empresa revelou que pretende investir até R$ 5 bilhões em crescimento orgânico na operação do setor em 2024. Caso seja realizado, o investimento pode adicionar 8 milhões de toneladas ao ano na produção de cimento, segundo a CSN.
Com a aquisição da InterCement, a siderúrgica pode concluir a meta estabelecida no ano anterior. Isso porque a compra do capital da produtora de cimento tem potencial de dobrar a produção da CSN, uma vez que a InterCement é a segunda maior do setor no Brasil.
Além disso, a companhia também possui 52,14% de participação na Loma Negra, a maior cimenteira da Argentina, com valor de mercado de aproximadamente US$ 1 bilhão (R$ 5,17 bilhões).
A compra de 100% do capital da InterCement vai desbancar outra aquisição da CSN que balançou o mercado de cimentos. Em 2021, a siderúrgica comprou a fabricante suíça LafargeHolcim no Brasil.
A aquisição no valor de US$ 5,2 bilhões gerou um aumento de 10,3
milhões de toneladas por ano à produção da CSN Cimentos e garantiu a posição de terceira maior empresa no setor para a empresa brasileira.
*Com informações do Terra e Notícias de Mineração
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar