O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A companhia espera pilotar o protótipo até o final deste ano ou no início de 2025, de acordo com o CEO Johann Bordais
Os “carros voadores” da Embraer (EMBR3) estão um passo mais próximos de se tornarem realidade. A fabricante Eve Air Mobility exibiu pela primeira vez o protótipo em escala real da aeronave elétrica de decolagem e pouso vertical (eVTOL).
"Esse é um passo importante que reforça o nosso compromisso com a segurança, acessibilidade e inovação”, disse o CEO Johann Bordais.
“Agora, devemos focar na preparação de uma rigorosa bateria de testes, mas vamos além da criação de uma aeronave. Estamos desenvolvendo um ecossistema completo de soluções para modelar o futuro da indústria de Mobilidade Aérea Avançada."
Vale destacar que o primeiro protótipo não tem cabine nem piloto, mas a aeronave final acomodará quatro passageiros e um piloto.
A companhia espera pilotar o protótipo até o final deste ano ou no início de 2025, de acordo com o CEO.
"Este protótipo é completamente remoto para que possamos testar a aerodinâmica, começar a voar e então fazer o que chamamos de voo de transição de vertical para horizontal", disse Bordais.
Leia Também
A Eve, controlada da Embraer, estreou na bolsa de valores de Nova York (NYSE) em 2022.
A companhia levantou quase US$ 400 milhões para desenvolver seu eVTOL, mas posteriormente garantiu um empréstimo de US$ 92 milhões do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento).
Entre os investidores da subsidiária da Embraer, estão a United Airlines, a BAE Systems, a Thales, a Rolls-Royce, a Acciona e o Bradesco BBI.
No início deste mês, a Eve ainda anunciou uma nova rodada de captação de recursos, com uma injeção de US$ 94 milhões por um grupo diversificado de empresas industriais globais, incluindo a Embraer e a japonesa Nidec, uma de suas principais fornecedoras.
"Isso nos dá conforto de que seremos capazes de continuar desenvolvendo este produto até 2027", disse Bordais. "Tínhamos caixa para 2025, agora vamos até 2027."
O objetivo da nova aeronave da Eve — que é movida a bateria e pode decolar e pousar verticalmente — é o transporte de passageiros em viagens curtas pela cidade, permitindo que eles evitem o trânsito.
Segundo o CEO, a Eve terá cinco protótipos prontos no ano que vem. A expectativa é que o “táxi voador” chegue ao mercado em 2026 após a conclusão do processo de certificação.
A Eve acumulou quase 3 mil pedidos potenciais antes da produção, que espera eventualmente converter em pedidos firmes. Entre os interessados, estão a transportadora United, a empresa de fretamento Global Crossing e a locadora de aeronaves Azorra.
*Com informações de Reuters.
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026