O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O papel que ainda vale ter na carteira tem potencial para se valorizar quase 30% e está sendo negociado abaixo dos níveis históricos
As ações da BRF (BRFS3) passaram do ponto para o Morgan Stanley, que rebaixou nesta segunda-feira (13) a indicação da empresa para a venda. O banco norte-americano também perdeu um pouco do apetite para Minerva (BEEF3), cortando a classificação para neutra — mas diz que uma outra gigante do setor de proteínas está no ponto para a compra.
A JBS (JBSS3) é a preferência do Morgan Stanley no segmento e teve o preço-alvo elevado de R$ 28,50 para R$ 32 — o que representa um potencial de valorização de 27,4% em relação ao fechamento desta segunda-feira.
O banco vê JBS sendo negociada a 5,1 vezes Ebitda em 2025, abaixo dos níveis históricos.
"Acreditamos que a avaliação é favorável à medida que vemos a reavaliação de ações para 6 vezes devido à forte desalavancagem", diz o Morgan Stanley em relatório.
De acordo com o banco, a eventual listagem nos EUA pode representar um importante catalisador de longo prazo e contribuir muito para o debate sobre a reavaliação.
A JBS, segundo o Morgan Stanley, é a única empresa do setor de proteína da cobertura que se beneficia de uma dinâmica mais forte e mais longa tanto para o frango quanto para a carne suína dos Estados Unidos.
Leia Também
O Morgan Stanley reconhece a "poderosa combinação perfeita" de recuperação dos últimos trimestres apresentados da BRF, com a queda de grãos e preços de aves favoráveis. Mas o banco acredita que a empresa possa ter ultrapassado os fundamentos — especialmente agora com a dinâmica dos lucros enfraquecendo.
"Já nos aproximamos do pico dos lucros e estamos dando o benefício da dúvida em algumas, modelando resultados trimestrais gradualmente mais baixos após o primeiro trimestre", diz o banco.
Além de rebaixar a recomendação da BRF para venda, o Morgan Stanley elevou o preço-alvo dos papéis de R$ 12 a R$ 17,50 — uma projeção de queda de 3,60%.
Sobre Minerva, que foi rebaixada para neutro, o banco espera um movimento inesperado em direção à consolidação no ano passado.
Para os analistas, a tese de investimento mudou desde então: de uma ação exposta a um ciclo pecuário muito favorável e um pagador de dividendos, para um player alavancado com incerteza em torno da execução de sinergias, enfrentando agora uma demanda mais fraca da China e perspectivas de uma virada no ciclo até 2025.
"Até certo ponto, o nosso rebaixamento reflete um cenário ainda embaçado para os ativos. Além disso, nosso novo preço-alvo de R$ 7 oferece 12% de valorização, com um múltiplo EVE implícito de 5 vezes”, diz o banco.
O Morgan Stanley reduziu o preço-alvo do Minerva de R$ 11,50 para R$ 7, ainda assim, valorização de 13%, ante o fechamento de hoje.
Depois de atingir o menor valor em quatro anos na última sexta-feira (13), banco acredita que é hora de colocar os papéis da fabricante de aeronaves na carteira; entenda os motivos para isso
O valor total bruto a ser distribuído é equivalente a R$ 0,22515694882 por ação, sujeito à retenção do imposto de renda na fonte
O pagamento ocorrerá no dia 20 de março de 2026 e farão jus a esse provento acionistas com posição na companhia em 22 de dezembro de 2025
A companhia, que saiu de uma recuperação judicial três anos atrás possui negócios na produção de cabos, válvulas industriais e outros materiais, principalmente para o setor de exploração de petróleo e gás
O banco elevou a recomendação para a ação da Petrobras de neutro para compra, e o novo preço-alvo representa um potencial de alta de 25 em relação ao preço do último fechamento
Parceria prevê nova empresa para reunir cerca de 200 clínicas, enquanto grupo negocia dívidas e troca o comando financeiro
Ao Seu Dinheiro, Glauber Mota afirma que o modelo da fintech não depende do crédito para crescer e aposta na escala global e em serviços financeiros para disputar espaço no Brasil
Com 98,2% dos débitos revistos, estatal economizou R$ 321 milhões enquanto tenta se recuperar da maior crise financeira de sua história
Segundo o Brazil Journal, a seguradora negocia aporte bilionário na rede de clínicas oncológicas, que enfrenta pressão financeira e negociações com credores
Dona da Vivo pagará R$ 0,0625 por ação em juros sobre capital próprio; confira as condições e os prazos de recebimento do provento
O banco avalia os temores do mercado sobre atrasos na carteira de pedidos da companhia e diz o que fazer com a ação a partir de agora
Pacote do governo prevê desoneração de R$ 15,9 bilhões no diesel e imposto de 12% sobre exportações de petróleo; analistas veem impacto relevante para exportadoras
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados