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Operação faz parte do aumento de capital de R$ 24 bilhões aprovado no mês passado pela varejista e proposto no plano de recuperação judicial
Nos últimos dias, o mercado viu as ações da Americanas (AMER3), em recuperação judicial, derreterem na bolsa brasileira, com perdas de até 70% em um único dia.
Mas a queda livre dos papéis da varejista deu uma leve trégua nesta terça-feira (20).
Por volta das 12h, AMER3 chegou a subir 10% na B3, mas depois retornaram à estabilidade. Por serem negociados na casa dos centavos, qualquer pequena alteração de preço se traduz numa grande variação percentual. No ano, as ações da Americanas acumulam queda de 90%.
A tentativa de reação das ações da companhia vem após a divulgação dos procedimentos e prazos relativos aos bônus de subscrição emitidos pela Americanas.
Trata-se das novas ações ordinárias emitidas pela varejista, no âmbito do aumento de capital realizado no mês passado. Na ocasião, a empresa homologou a injeção de R$ 24 bilhões e aprovou um grupamento de ações, além dos bônus de subscrição.
Nesse caso, os bônus de subscrição foram emitidos como vantagem adicional aos subscritores das novas ações emitidas pela varejista.
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Na prática, o benefício assegura aos acionistas o direito de adquirir, com preferência, novas ações emitidas por ela na mesma proporção da posição que já detêm.
Em comunicado divulgado ontem ao mercado, a Americanas informou que a data de corte para a efetivação do grupamento de ações será no dia 26 de agosto. Sendo assim, a partir de 27 de agosto de 2024, os bônus de subscrição passam a ser negociados na B3.
De acordo com a varejista, o exercício dos bônus de subscrição poderá ser realizado a exclusivo critério dos titulares, de forma integral ou parcial.
Cada bônus conferirá ao subscritor 1 nova ação da companhia, mediante o pagamento de R$ 0,01 por cada nova ação. As novas ações decorrentes do exercício dos bônus de subscrição serão emitidas e entregues a cada quinze dias a partir do dia 11 de setembro e até o fim do prazo.
Além do aumento de capital, a Americanas também fará um grupamento de ações, que será efetivado no dia 26 agosto, conforme o cronograma divulgado pela companhia.
O grupamento de ações ordinárias será feito na proporção de 100 para 1. Ou seja, grupos de 100 papéis AMER3 vão se unir para formar uma nova ação — e o preço também será multiplicado pelo mesmo fator.
O objetivo da Americanas é reduzir a volatilidade de suas ações na bolsa brasileira e tentar se livrar da condição de ‘penny stock’ — que são ações negociadas abaixo de R$ 1.
LEIA TAMBÉM: Com ações em “queda livre” na bolsa, Americanas (AMER3) diz adeus a mais uma empresa de seu portfólio
Após o aumento de capital bilionário, que veio da capitalização de crédito de credores da companhia, metade do valor foi convertido em cerca de 9 bilhões de ações.
Os novos papéis começaram a ser negociados na bolsa neste mês.
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