O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com a mudança, Thiago da Costa Silva deixará as duas funções para ocupar a cadeira de diretor de integração e finanças
Após especulações sobre um potencial fechamento de capital e uma intensa volatilidade das ações na bolsa durante o último mês, Ambipar (AMBP3) voltou aos holofotes nesta quarta-feira (24) com o anúncio de uma nova dança das cadeiras em sua diretoria.
O conselho de administração aprovou na noite de ontem a troca do diretor financeiro (CFO) e de relações com investidores (DRI).
Com a mudança, Thiago da Costa Silva deixará as funções para ocupar a cadeira de diretor de integração e finanças.
A companhia não informou o que está por trás da mudança — mas já definiu os nomes que assumirão os cargos de Costa Silva.
As ações da Ambipar (AMBP3) acumulam expressiva valorização na bolsa. Só no último mês, os papéis mais do que triplicaram de valor, com alta de 267% em 30 dias. Já no acumulado do ano, os ganhos somam em torno de 104% desde janeiro.

Para a vaga de diretor financeiro, a Ambipar (AMBP3) elegeu João Daniel Piran de Arruda, que passará a ocupar a posição em 5 de agosto de 2024.
Leia Também
Com mais de duas décadas de experiência no mercado financeiro na cobertura de empresas de geração de resíduos, energia, saneamento e infraestrutura no Brasil e no exterior, o executivo trabalhou por quase 15 anos no Bank of America.
“João Daniel Piran de Arruda traz consigo uma visão estratégica, além de experiência financeira e de estrutura de capital”, escreveu a empresa, em fato relevante enviado à CVM.
Enquanto isso, Pedro Borges Petersen — que hoje trabalha como diretor estatutário de estratégia da companhia — já entrará como diretor de relações com investidores a partir desta quarta-feira.
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem