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Nova faixa atenderá clientes do Bradesco com investimentos a partir de R$ 300 mil e renda superior a R$ 25 mil
Juntamente com o balanço do terceiro trimestre, o Bradesco anunciou nesta quinta-feira (31) o lançamento de seu mais novo segmento de alta renda. Chamado de Principal, essa nova faixa atenderá clientes com investimentos a partir de R$ 300 mil e renda superior a R$ 25 mil.
Com isso, o Principal se encaixa acima do Bradesco Prime e abaixo do Private.
De acordo com informações divulgadas à imprensa, o Principal foi pensado a partir de pesquisas e entrevistas com clientes do banco e referências internacionais.
Entre as novidades, estão escritórios de relacionamento localizados em pontos específicos da cidade, escolhidos pelo perfil econômico e alto potencial de negócios.
Inicialmente, serão três escritórios que ainda devem ser inaugurados: um na esquina entre as avenidas Faria Lima e Juscelino Kubitschek, outro no Leblon, no Rio de Janeiro; e outro em Campinas (SP).
O Principal também terá conexão com o Bradesco Bank, o banco do conglomerado nos Estados Unidos, com conta corrente, investimentos e cartão de crédito americano, além de uma série de outros produtos e serviços exclusivos.
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“O novo segmento vai incorporar os três desafios que se colocam na relação das pessoas com a sua vida financeira”, afirma Marcelo Noronha, CEO do Bradesco.
“O primeiro desafio é o da conquista, o segundo é o de prover rentabilidade com segurança ao patrimônio, e o terceiro é usufruir tudo o que foi construído. Nossa proposta é estar ao lado dos clientes em todas as etapas dessa escalada. Não é uma corrida de impacto imediato, mas uma caminhada com avanços graduais e duradouros”, acrescenta.
Durante teleconferência com jornalistas para comentar os resultados do banco, Noronha falou sobre a atual preocupação com o panorama fiscal brasileiro. No entanto, ele não está tão pessimista quanto alguns operadores do mercado.
“Falar em cenário deteriorado é meio etéreo. A gente tem que entender o que é esse cenário. Eu sou otimista com o pé no chão, com base em um cenário concreto”, disse Noronha, durante teleconferência com jornalistas para comentar os resultados do banco.
Ele explicou que o panorama atual de gastos, somado aos juros elevados, impacta diretamente no chamado “risco país”, que deve crescer de 79 para 82 pontos em 2025.
Confira aqui os principais destaques da fala do CEO do Bradesco.
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
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