O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A empresa registrou prejuízo líquido de R$ 8,5 milhões no primeiro trimestre de 2024, revertendo lucro líquido de R$ 54,3 milhões registrado no mesmo período de 2023 e o mercado castiga as ações
Se o balanço fosse uma prova, a Cogna (COGN3) teria sido reprovada no primeiro trimestre com a nota que os investidores estão dando para as ações da empresa após a divulgação dos resultados dos três primeiros meses de 2024. Os papéis chegaram a cair 14% e liderar as baixas do Ibovespa nesta quinta-feira (9).
A Cogna registrou prejuízo líquido de R$ 8,5 milhões no primeiro trimestre de 2024, revertendo lucro líquido de R$ 54,3 milhões registrado no mesmo período de 2023. No critério ajustado, a companhia atingiu lucro de R$ 50,5 milhões, queda de 57,1% na mesma base de comparação.
O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) pegou carona e recuou 7,6% em termos anuais, para R$ 477,5 milhões, com margem de 31% — queda de 7,8 pontos porcentuais (pp).
No início da tarde, as ações COGN3 reduziram as perdas, mas ainda seguiam com fortes baixas, ocupando o segundo lugar no pódio das maiores quedas do Ibovespa. Os papéis fecharam em queda de 5,65% na quinta-feira (9), cotados a R$ 2,17. No ano, os ativos acumulam baixa de quase 40%. Acompanhe nossa cobertura ao vivo dos mercados.
Para o Citi, os números recorrentes da Cogna no primeiro trimestre vieram, no geral, um pouco abaixo do esperado com a tendência de margens mais fracas.
“Embora naturalmente saudemos as tendências saudáveis de consumo e margem para a Kroton, alguns dos recentes ventos favoráveis ao crescimento, incluindo o forte ciclo do PNLD [ Programa Nacional do Livro e do Material Didático] e a contribuição de vendas B2G [relação comercial entre empresas e governo] da Vasta, podem perder força no futuro”, diz o Citi em relatório.
Leia Também
A XP Investimentos destaca que a margem Ebitda ajustada recuou 4,7 pontos porcentuais na comparação anual, comprimida por uma mudança na sazonalidade das despesas de marketing.
“Apesar dos sinais de alerta, como a compressão da margem da Kroton e a redução do ACV [Valor Anual de Contrato] da Vasta, consideramos a captação da Kroton sólida e esperamos que ela aumente a receita e as margens daqui para frente”, diz a XP em nota.
A Genial Investimentos já esperava uma compressão em margem Ebitda, dado a forte base comparativa e, também, aos esforços de marketing direcionados à Kroton para a captação antecipada neste ano.
“Ainda assim, a rentabilidade operacional se mostrou aquém do que o esperado, com a companhia consolidando uma compressão de margem Ebitda de -230bps em relação ao estimado, em 31,1% (-780bps a/a)”, diz.
Na avaliação geral do Citi, o resultado da Cogna no primeiro trimestre foi brando — mas não o suficiente para o banco mudar a indicação das ações da companhia.
O Citi tem indicação neutra/risco elevado para os papéis COGN3 e preço-alvo de R$ 2,50 — o que representa um potencial de valorização de 8,70% com relação ao último fechamento.
Já a XP tem recomendação de compra para Cogna, com preço-alvo de R$ 4,20 — o que representa um potencial de valorização de 82% com relação ao fechamento de quarta-feira (8).
A Genial tem indicação neutra para as ações e preço-alvo de R$ 2,70 em 12 meses — o que representa um potencial de alta de 18% sobre o último fechamento.
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4