O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em mais uma Super Quarta, os bancos centrais do Brasil e dos EUA anunciam hoje o futuro das taxas básicas de juros
Bem-vindos à eminência da Super Quarta, uma data quântica em nossos humildes calendários newtonianos.
Seria ela uma partícula ou uma onda?
Os financistas mais pragmáticos dizem que ela está pontualmente marcada para hoje, às 15h, mediante o anúncio formal da nova taxa básica de juros nos EUA.
Outros argumentam que ela vem oscilando e ganhando momentum desde novembro de 2023, quando o Fed sinalizou pela primeira vez um caminho para a flexibilização monetária.
Em tom conciliatório, talvez seja mesmo uma onda especulativa, prestes a convergir em uma única particularidade factual: estaríamos diante de um corte de 25 bps ou de 50 bps?
Por um lado, os núcleos da inflação americana cederam para perto da meta de 2% ao ano, e o mercado de trabalho começa a dar sinais de resfriamento.
Leia Também
Por outro, foi um dos processos mais desafiadores de controle inflacionário da história dos EUA, ainda incompreendido pelos modelos macro de livro-texto. Se ninguém sabe exatamente o que aconteceu de 2021 até hoje, como afirmar que os próximos passos são seguros?
O consenso de mercado está mais para os 50 bps, o que exige um cuidado especial com o cenário de 25 bps.
De acordo com o pensamento de 1ª ordem, devemos respeitar a moda estatística dos 50 bps.
Contudo, isso não implica que a aposta em 25 bps seja imediatamente descartada por completo.
Suponha que o mercado trabalhe com uma probabilidade de 30% para o corte mínimo, mas que essa probabilidade na verdade esteja mais próxima de 40%.
Esse tipo de desvio, por si só, pode já justificar uma zona racional de interesse de hedge em torno da aposta "perdedora".
Preparar-se para o que vai acontecer é fácil; as verdadeiras nuances de mercado ocorrem poucos centímetros além das fronteiras dos mapas de significado que desenhamos consensualmente.
Aliás, em vista da data contígua, não lhe parece curioso que a decisão do Bacen brasileiro (a partir das 18h30) possa depender sobremaneira da exata medida do corte do Fed, apenas três horas antes?
Alta de 25 bps aqui casada com corte de 50 bps lá seria bem mais confortável, mas falta combinar com o zagueiro.
Ainda que seja o caso, os membros do Copom dificilmente vão admitir tamanha falta de autonomia.
Não se trata apenas de terceirizar a decisão para o Fed, mas sim de terceirizá-la para a própria aleatoriedade, já que nem o Fed sabe a resposta certa neste momento.
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros
Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?
O custo da campanha de um indicado ao Oscar e o termômetro das principais categorias em 2026
Saiba quais os desafios que a Petrobras precisa equilibrar hoje, entre inflação, política, lucro e dividendos, e entenda o que mais afeta as bolsas globais
O corte de impostos do diesel anunciado na quinta-feira (12) afastou o risco de interferência na estatal, pelo menos por enquanto
Entenda as vantagens e as consequências ambientais do grande investimento em data centers para processamento de programas de inteligência artificial no Brasil
Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade
Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas
Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje
A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento
O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos
Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital
Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo