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Investidores estão na expectativa quanto à divulgação de propostas do governo para revisar os gastos públicos na proposta de orçamento para 2025
O Ibovespa inicia a semana pouco acima dos níveis mais baixos registrados em 2024. E o que salva a agenda desta semana é a decisão de juros do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).
Ainda assim, com a decisão de política monetária do BC programada apenas para a quarta-feira e um feriado nos Estados Unidos bem no meio da semana, a agenda fraca dos próximos dias abre espaço para volatilidade.
A expectativa dos analistas é de que o Copom mantenha a taxa Selic em 10,50% ao ano. Mais do que o resultado em si, o placar da votação importa.
Em meio a uma piora das projeções para a inflação, participantes do mercado esperam uma decisão unânime pela manutenção dos juros.
Para além do Copom, os investidores estão na expectativa quanto à divulgação de propostas do governo para rever os gastos públicos na proposta de orçamento para 2025.
No exterior, os destaques da agenda da semana ficam por conta das decisões de juros dos bancos centrais da China e da Inglaterra e dos números das vendas no varejo e da produção industrial dos EUA.
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Para hoje, indicadores econômicos não tão fortes quanto se esperava na China pressionam as bolsas de valores internacionais.
Na Ásia, as bolsas fecharam em queda. Na Europa e nos Estados Unidos, os índices de ações oscilam entre leves altas e baixas, sem marcar uma direção clara para os negócios.
A segunda-feira também terá a mais recente edição da pesquisa semanal Focus e aparições públicas de dirigentes do banco central norte-americano.
Confira aqui a agenda completa de indicadores desta semana.
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A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.