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Nesta semana, o principal índice de ações da bolsa brasileira renovou a máxima intradiária de todos os tempos e, nesta sexta-feira (16), uma nova máxima foi alcançada — mas até quando?
O Ibovespa superou nesta semana uma marca histórica: os 134.391 pontos atingidos em dezembro de 2023 com uma sequência de novas máximas intradiárias, incluindo nesta sexta-feira (16), e a pergunta que fica agora é se esse ritmo se sustenta.
Um spoiler da resposta do Itaú BBA pode ser encontrado olhando para o mercado brasileiro hoje: apesar de renovar algumas máximas durante a sessão, o principal índice da bolsa brasileira perdeu força e passou boa parte do dia operando em queda.
Segundo BBA, o Ibovespa está em tendência de alta no curto prazo, com um "caminho mais livre para subir" após ter superado a marca de dezembro de 2023 na quinta-feira (15) e hoje (16) renovar máxima histórica aos 134.781,44 pontos pela manhã.
A cautela com os ganhos do Ibovespa em longo prazo tem relação com o desempenho dos mercados internacionais.
Segundo o BBA, as bolsas lá fora seguem em tendência de baixa e apenas recuperaram parte das perdas desde o início de agosto.
“O momento para as próximas semanas é posicionar-se com risco calculado em meio a muitas divergências de curto prazo no mercado”, disse Fabio Perina no relatório "Diário do Grafista".
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Perina alerta, no entanto, que o Ibovespa está apontando para cima, por isso algumas oportunidades podem surgir nesse cenário.
O recorde intradiário do Ibovespa foi alcançado na quinta-feira (15), refletindo os ganhos em Wall Street, passado o temor de que a maior economia do mundo não entrará em recessão após o forte resultado das vendas no varejo do país.
Em julho, as vendas no varejo dos EUA subiram 1% ante junho, para US$ 709,7 bilhões, segundo dados com ajustes sazonais divulgados hoje pelo Departamento do Comércio. O resultado superou a expectativa de analistas consultados pela FactSet, que previam alta de 0,3% no período.
O indicador e outros de atividade informados naquele mesmo dia nos EUA afastaram mais a possibilidade de o Federal Reserve (Fed) cortar em 0,50 ponto percentual os juros em setembro. Atualmente, a taxa por lá está entre 5,25% e 5,50% ao ano, o maior patamar em mais de duas décadas.
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