O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para Mariana Valentini, da JP Morgan Asset Management, é necessário diversificar a carteira de investimentos — e outros países além dos EUA podem ser uma boa pedida agora
O otimismo com o setor de tecnologia levou Wall Street às alturas em 2024. Mas, na avaliação de Mariana Valentini, vice-presidente da JP Morgan Asset Management, o mercado de ações dos Estados Unidos ficou caro após a escalada recente.
Entretanto, ainda é possível encontrar oportunidades com valores atrativos nas bolsas de valores de Nova York — desde que o investidor passe a mirar em outros papéis além das big techs.
“É fácil falar que o mercado está caro quando são realmente essas top 10 empresas do índice S&P que continuam a experimentar ganhos. O resto do índice está um pouco mais perto da média de valuation histórico”, afirmou, em evento da corretora internacional Avenue realizado nesta quarta-feira (24).
Segundo Valentini, as Magnificent 7, as sete maiores empresas de tecnologia do país, são responsáveis por cerca de 60% do retorno do S&P 500 este ano.
Mas, com a melhora das perspectivas para o início dos cortes de juros nos EUA e com esperanças de um “soft landing” da economia norte-americana, as ações de outros setores passaram por uma melhora nos níveis de retorno.
“Essa tendência de ampliação de retornos para os outros setores deve seguir, mas não necessariamente às custas do setor de tecnologia”, disse a vice-presidente da gestora.
Leia Também
Nas previsões da economista, a safra de balanços do segundo trimestre de 2024 deve ser marcada por uma recuperação de lucros das empresas norte-americanas.
“No ano passado, muito do retorno foi graças à expansão de múltiplos, com muito entusiasmo com inteligência artificial. Neste ano, os lucros vão ser bem mais importantes. Em 2023, os lucros cresceram 0% e neste ano a expectativa dos analistas é que haja uma expansão de 11%”, afirmou.
Para Mariana Valentini, o setor tecnológico deve continuar a entregar crescimento de lucros em 2024, mas em um passo cada vez mais lento.
Enquanto isso, outros segmentos como bancos, biotecnologia, artigos de luxo e energias renováveis devem acelerar o ritmo de expansão ao longo deste semestre — o que sustenta a tese da JP Morgande rotação dos investimentos em ações.
“É por isso que você tem que escolher qual dessas Magníficas 7 você gosta e então se concentrar em outros setores, como indústria, saúde e finanças”, disse Valentini.
Segundo a gestora, ainda é importante realizar uma diversificação de investimentos para fora dos Estados Unidos.
“Não é só a concentração com as Magníficas 7. Se avaliarmos o MSCI World, aproximadamente 60% do índice é composto pelos Estados Unidos. Esse é o percentual mais alto da história, então o investidor tem que diversificar fora dos Estados Unidos e aproveitar valuations mais atrativos na Europa e no Japão”, afirmou Mariana Valentini.
Para a economista, uma das principais oportunidades na Ásia está localizada no setor de tecnologia, com as grandes produtoras de semicondutores em Taiwan e na Coreia do Sul.
Ainda neste sentido, a JP Morgan tem o maior “overweight estratégico” no mercado japonês.
Segundo Mariana, além da forte inovação tecnológica, uma nova onda de otimismo deve atingir o Japão no segundo semestre de 2024 com o lançamento de um novo índice na Bolsa de Tóquio, que deve resultar em novas regulações de governança corporativa por lá.
“Na Europa, é mais uma questão de achar empresas pioneiras no que elas fazem, como farmacêuticas, bancos, empresas de transição energética.”
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos