🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Determinação

No ringue dos mercados, os EUA são Rocky Balboa: como a Kinea se posiciona diante da resiliência da economia e da bolsa americanas

Na sua carta mensal, gestora destaca a força dos Estados Unidos mesmo diante da “pancada” do aperto monetário e todas as previsões de perda de protagonismo

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
31 de janeiro de 2024
8:30 - atualizado às 2:34
Cena do filme Rocky III, com Sylvester Stallone
Cena do filme Rocky III, com Sylvester Stallone. - Imagem: Divulgação MGM

Se o filme "Rocky", escrito e interpretado por Sylvester Stallone, é um conto exemplar de perseverança e busca pelo "sonho americano", não é à toa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na visão da Kinea, o boxeador Rocky Balboa é a metáfora perfeita para a resiliência da economia e do mercado de ações dos Estados Unidos: "sempre subestimado, mas igualmente determinado a vencer seus adversários, mesmo quando sofre no início da luta", escreve a gestora ligada ao Itaú na sua carta aos clientes do mês de janeiro.

O mundo de fato espera um esfriamento da economia americana que abra espaço para o Federal Reserve cortar os juros, mas não foi o que se mostrou neste começo de ano: vendas fortes no varejo, pedidos de auxílio desemprego voltando para as mínimas históricas, dólar forte e juros futuros para cima. A inflação também parou de surpreender para baixo.

O Fed passou a ser mais cauteloso em relação à inflação, levando o mercado a transferir suas apostas de primeiro corte de juros de março para maio.

Mesmo assim, as bolsas de Nova York não se fizeram de rogadas, puxadas pela Nasdaq e as ações de empresas de tecnologia, notadamente do setor de semicondutores e de algumas big techs, como Microsoft e Meta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Não se trata de bater forte, e sim do quão forte você pode apanhar e seguir em frente”, diz Rocky, em citação na carta da Kinea. E pelo visto o mercado americano consegue levar muito desaforo e ainda assim vencer.

Leia Também

"Por anos escutamos a previsão que, inevitavelmente, os Estados Unidos cederiam sua hegemonia à China no decorrer desse século. Entretanto, parafraseando Mark Twain, notícias da morte da economia e do mercado norte-americano foram grandemente exageradas", escreve a gestora.

Como exemplo, a Kinea lembra que, nos últimos 12 meses, o S&P 500, principal índice acionário de Wall Street, sobe 26%, enquanto os seus equivalentes na China e Hong Kong desabam cerca de 24% cada.

E como a Kinea se posiciona diante da força deste lutador?

A alta dos juros dos títulos do Tesouro americano em janeiro afetou negativamente a performance dos fundos da Kinea, uma vez que a gestora continua aplicada em juros (com apostas na queda acima do esperado pelo mercado) em diversos países, principalmente Reino Unido e Austrália.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também houve perdas nas posições em real e rand sul-africano, mas ganhos nas posições compradas em dólar contra moedas europeias.

Entretanto, a expectativa da Kinea para os indicadores americanos permanece a mesma. "Importante mencionar que, em nossa concepção, o movimento em juros nos parece de caráter corretivo, uma vez que nosso cenário de desinflação, e consequente cortes de juros por parte do Fed, permanece intacto", diz a gestora.

A casa acrescenta ainda que a geração de empregos na economia americana deve desacelerar ao longo dos próximos trimestres, conforme a contratação reprimida em saúde e educação diminua.

"Na bolsa global, continuamos comprados em um mix de temas seculares como semicondutores, inteligência artificial, urânio e biotecnologia, e outras empresas e setores que devem se beneficiar com o retorno da atividade, como no caso do setor industrial", diz a carta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E no Brasil?

Em relação ao Brasil, a Kinea avalia que o programa "Nova Indústria Brasil", anunciado pelo governo neste mês, deve ser menos preocupante do ponto de vista fiscal do que pode parecer.

A nova política industrial do governo Lula não implica aceleração no ritmo de desembolso observado no ano passado, diz a gestora, além de prever que a maior parte dos financiamentos seria a taxas de mercado e com recursos advindos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e captações externas, e não do Tesouro ou do BNDES.

Assim, apesar de ver risco fiscal crescente no governo Lula, a casa crê que o risco de curto prazo continua controlado e permanece comprada em real.

Quanto à bolsa, a Kinea considera que o ano de 2024 deve ser forte para bolsas emergentes, pois além de cortes de juros e convergência inflacionária, o mundo deve ver uma recuperação da manufatura - "um poderoso cocktail de estímulos para um mercado de valuation atrativa como o Brasil, onde permanecemos comprados", diz a gestora.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os setores favoritos da Kinea na bolsa continuam sendo o bancário, em virtude da reversão do ciclo de inadimplência e retorno ao crescimento das carteiras de crédito, e os de elétricas e saneamento, "por um mix de Taxa Interna de Retorno reais atrativas e oportunidades de melhora operacional em várias empresas recém-privatizadas ou em vias de privatização".

As apostas da gestora no mercado brasileiro são Banco do Brasil, Itaú, BTG Pactual, Nubank (negociado na bolsa de Nova York, mas com BDRs na B3), Equatorial Energia, Sabesp, Copel, Eletrobras, Iguatemi, Allos, Direcional, PRIO, 3R Petroleum e Mercado Livre (negociado na Nasdaq, mas com BDRs na B3).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
HORA DE COMPRAR

Usiminas (USIM5) está prestes a deslanchar? UBS BB eleva recomendação e vê espaço para alta de quase 40%

17 de março de 2026 - 19:08

Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica

AÇÃO EM ALTA

Vale a pena investir? Sabesp (SBSP3) aprova R$ 583 milhões em JCP após lucro de quase R$ 2 bilhões no 4º trimestre

17 de março de 2026 - 14:00

Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas

RETORNOS SUSTENTÁVEIS

Carteira ESG: B3 (B3SA3) e Motiva (MOTV3) são as favoritas dos analistas para investir agora e buscar lucros com sustentabilidade

16 de março de 2026 - 14:03

Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG

NO RADAR DO INVESTIDOR

Petróleo em alta no mundo e diesel mais caro no Brasil: a semana que pressionou bolsa, dólar e juros

14 de março de 2026 - 12:48

Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom

GLOBAL MONEY WEEK

B3 oferece aulas gratuitas sobre investimentos e educação financeira; veja como participar

14 de março de 2026 - 9:21

Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira

RENDA COM IMÓVEIS

Fundos imobiliários batem recorde de investidores e Ifix está nas máximas históricas: há espaço para mais?

13 de março de 2026 - 19:45

Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano

KIT GEOPOLÍTICO

Petróleo nas alturas: CMDB11, ETF de commodities, ganha força como estratégia de proteção das carteiras

13 de março de 2026 - 16:17

Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities

REAÇÃO AO BALANÇO

Magalu (MGLU3) passou no ‘teste de fogo da Selic’ enquanto outras sucumbiram, diz Fred Trajano

13 de março de 2026 - 13:39

CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce

FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar