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As ações de ambas as companhias chegaram a abrir o dia em alta, com acionistas reagindo a números considerados sólidos pelos especialistas do setor
Com a temporada de resultados do terceiro trimestre se aproximando, as construtoras e incorporadoras da B3 dão "pistas" aos investidores sobre o desempenho operacional do período. E, nesta quarta-feira (9), o mercado de ações repercute as prévias de duas das gigantes do setor: MRV (MRVE3) e Cyrela (CYRE3).
As ações de ambas as companhias chegaram a abrir o dia em alta, com acionistas reagindo a números considerados sólidos pelos especialistas. Depois os papéis inverteram o sinal e passaram a cair. Por volta das 12h20, MRVE3 recuava 0,63%, cotada em R$ 7,84, enquanto CYRE3 cedia 0,37%, a R$ 21,74.
Mas a mudança na trajetória do pregão está mais ligada à virada negativa em toda a bolsa brasileira hoje do que às prévias, que seguem sendo bem avaliadas. Confira abaixo os principais destaques operacionais de MRV e Cyrela.
Para o Itaú BBA, os números divulgados pela Cyrela ontem são "impressionantes". Entre os principais destaques do período, os analistas citam o forte ritmo de vendas e a consistência nos lançamentos.
A começar pelos novos empreendimentos, o Valor Geral de Vendas (VGV) lançado foi de R$ 3,13 bilhões. A cifra representa uma alta de 44% na comparação com o mesmo período do ano passado.
As vendas da Cyrela também avançaram 41% na mesma base de comparação e somaram R$ 3,2 bilhões. O Itaú BBA ressalta que, com o crescimento, o estoque baixou para o menor patamar desde o terceiro trimestre de 2019, enquanto a velocidade de vendas (VSO) subiu ao maior nível desde o final de 2020.
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O BTG Pactual também foi surpreendido pelo desempenho, que superou as estimativas já otimistas do banco. "A execução da Cyrela tem sido impecável, desafiando duras condições macro e justificando assim o nosso otimismo em relação ao nome."
Ambos os bancos de investimentos mantiveram a recomendação de compra para os papéis CYRE3. O Itaú BBA, que coloca a companhia como sua top pick do setor, estabeleceu um preço-alvo de R$ 30 para este ano, enquanto a projeção do BTG é ainda mais otimista, de R$ 32 por ação.
Os números da MRV também foram considerados sólidos pelo BTG Pactual, incluindo bons volumes de lançamentos e vendas — que contaram com uma comercialização inesperada de R$ 294 milhões para o programa habitacional paulista Pode Entrar.
Outro destaque é a geração de caixa "forte" tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. O indicador totalizou R$ 262 milhões, com R$ 156,5 milhões vindos apenas da operação local e se aproximando do guidance para o ano.
Nos EUA, o caixa foi impulsionada por uma transação envolvendo um dos empreendimentos construídos pela Resia. O braço de incorporação da MRV por lá anunciou no final de setembro a venda do Resia Old Cutler.
Localizado em Miami, o ativo conta com 390 unidades distribuídas em 8 edifícios. O negócio foi fechado por um valor geral de venda (VGV) de US$ 118,5 milhões (R$ 650,99 milhões, no câmbio atual), equivalente a US$ 304 mil por unidade.
"Embora acreditemos que a recuperação da MRV deva demora para dar fruto, a ação está sendo negociada a um preço barato, então mantemos nossa recomendação de compra", afirmou o BTG.
O preço-alvo estabelecido pelos analistas é de R$ 17 por ação. O valor implica em um potencial de alta de até 116% ante à cotação dos papéis hoje.
O analista André Oliveira, do BB-BI, reitera a recomendação de compra, especialmente para os investidores mais arrojados
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