O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em relatório publicado mais cedo, o banco estabeleceu um novo preço-alvo de US$ 2.500 para os papéis MELI negociados em NY
O grupo de analistas que aumentou a aposta nas ações do Mercado Livre ganhou mais um integrante nesta quinta-feira (12).
Após BTG Pactual e Itaú BBA, hoje foi a vez do Bank of America reforçar a recomendação de compra e elevar a perspectiva de ganhos com o gigante do comércio eletrônico.
Em relatório publicado mais cedo, o BofA estabeleceu um novo preço-alvo de US$ 2.500 para as ações MELI, que são negociadas em Nova York. A cifra é superior ao PO anterior de US$ 2.250 e representa um potencial de alta de cerca de 22% em relação ao último fechamento.
Vale destacar que também é possível investir no Mercado Livre diretamente na bolsa brasileira por meio dos BDRs MELI34 — que operam em alta hoje, com ganhos de 3% por volta das 13h40.
De acordo com os analistas, a expectativa maior para os papéis listados em Wall Street é baseada na perspectiva de crescimento para alguns dos principais indicadores da empresa, incluindo volume bruto de mercadoria (GMV) comercializadas e o volume total de pagamentos (TPV), parte da frente financeira do varejista argentino.
“Sugerimos um poder de ganhos considerável e capaz de aumentar os lucros por meio de anúncios, logística, empréstimos e financiamento de carteiras”, diz o BofA.
Leia Também
Para o banco de investimentos, um dos destaques entre as novidades recentes do Meli é a reformulação do programa de fidelidade da companhia, que passará a contar com dois níveis no Brasil.
“Percebemos melhorias capazes de ampliar materialmente o apelo e gerar maior frequência no marketplace, ao mesmo tempo em que estimulam maior adoção e uso de vários produtos do Mercado Pago”, afirmam os analistas.
O BofA calcula que a iniciativa deve custar cerca de US$ 570 milhões para o Mercado Livre, mas acredita que o maior GMV, o crédito e a logística devem financiar “facilmente” o investimento necessário.
Vale destacar que o Bank of America não foi o único banco de investimentos a tecer elogios e reforçar a tese do Mercado Livre nos últimos dias.
O Itaú BBA atribuiu na semana passada a recomendação “outperform” — equivalente à compra — para as ações MELI. Além disso, os analistas fixaram um preço-alvo ainda mais otimista que o do BofA, de US$ 2.650 por papel, para o fim de 2025.
Para o Itaú BBA, o espaço para essa alta existe — principalmente se o Meli conseguir avançar em diversos setores relevantes do varejo brasileiro no comércio digital nos quais ainda tem baixa participação.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano