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A varejista anunciou o grupamento de ações na proporção de 10 para 1, em março; os papéis deixaram de ser negociados próximos a R$ 1
Para se livrar da montanha-russa das ações, o Magazine Luiza (MGLU3) colocou em prática uma “solução” já prevista há pelo menos três meses.
Nesta segunda-feira (27), os papéis da varejista deixaram de ser negociados de R$ 1,31 — fechamento anterior — e passaram a ser cotados acima de R$ 12, com o grupamento de ações.
Para quem não lembra, a varejista anunciou o grupamento de ações na proporção de 10 para 1, em março. Ou seja, grupos de 10 papéis MGLU3 foram unidos para formar uma única nova ação e o preço foi multiplicado pelo mesmo fator.
Mas a ‘união’ dos papéis não foi suficiente para animar os investidores, pelo contrário. Por volta das 11h30 (horário de Brasília), MGLU3 operava em queda de 6,06%, a R$ 12,40. Confira a cobertura de mercados.
As ações do Magazine Luiza chegaram a liderar as perdas do principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa, e são os mais negociados da B3 hoje. Mas ao longo do dia reduziram as perdas e terminaram o pregão com queda de 0,38%, a R$ 13,15.
O grupamento de ações do Magazine Luiza foi decidido em março — e aprovado pelo conselho da companhia um mês depois — na tentativa de reduzir a volatilidade dos papéis MGLU3 na B3.
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Isso porque as ações negociadas a preços muito baixos — sobretudo próximos a R$ 1 — estão sujeitas a mais variações, já que apenas pequenas oscilações, de centavos, por exemplo, pode resultar uma baixa ou queda muito acentuada em valores percentuais.
Vale ressaltar que a operação não muda o valor do capital social e de mercado da empresa. Mesmo com menos ações em negociação, o valor do papel é multiplicado pela razão de grupamento, neste caso, por 10.
Embora a captação seja de cerca de R$ 1,6 bilhão, o BTLG11, que é um dos fundos mais populares entre os investidores pessoas físicas, também informou que poderá emitir um lote adicional de até 3.902.439 de cotas
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