O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Advocacia Geral da União (AGU) pedirá informações ao Banco Central sobre o valor do dólar após Google apresentar cotação errada de R$ 6,35
Quem acessou o Google no dia de Natal para checar a cotação do dólar provavelmente tomou um susto. O resultado da busca apresentava R$ 6,35, valor bem acima da última segunda-feira (não houve negócios na terça-feira nem ontem), quando a moeda norte-americana encerrou o dia valendo R$ 6,1851.
Após permanecer durante a maior parte do dia com a cotação errada, o Google retirou o valor do dólar do site de busca. Mas isso não deve livrar a plataforma de dar explicações.
Isso porque a Advocacia Geral da União (AGU) pedirá informações ao Banco Central sobre o valor da moeda americana em relação ao real depois do ocorrido.
O órgão informou, por meio de nota, que quer reunir subsídios para eventual atuação relacionada à possível informação incorreta. O Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) apurou que a intenção é a de acionar juridicamente a plataforma multinacional que também atua no Brasil.
A assessoria de imprensa do Google no Brasil informou que o link foi retirado "por ora".
O dólar alcançou o maior valor nominal em relação ao real na quarta-feira da semana passada (18), quando chegou a R$ 6,267 -- ou seja, quase R$ 0,10 abaixo da exibida nesta quarta-feira pelo Google.
Leia Também
Esta não é a primeira vez que o buscador informa uma cotação errada. Mas o caso agora chama mais a atenção porque os mercados estavam fechados ontem.
Quando a cotação exibida era de R$ 6,35, a plataforma informou que são várias as fontes de informação que trazem o valor. Na prática, tratam-se de provedores terceiros.
Seguindo a orientação da empresa, o Broadcast chegou ao site da Morningstar, empresa que informa ter sede em Chicago e atuação em 27 países.
Ainda que não surja como opção de resultados ao se fazer uma busca sobre a cotação do dólar, a informação diferente sobre a relação dólar/real acima das negociações de dois dias atrás segue na página do Google Finance -- uma ferramenta da plataforma com informações sobre o desempenho dos ativos para investidores.
O mercado de câmbio não operou ontem e nem hoje, em função do Natal. A moeda americana com vencimento em janeiro de 2025, o contrato mais líquido, encerrou a segunda-feira valendo R$ 6,2050. O dólar à vista, R$ 6,1851.
O mercado cambial tem passado por momentos de muita volatilidade desde o início do ano por vários motivos. Um deles é a saída significativa de recursos, como revela semanalmente o BC por meio das operações de dólar contratado.
As remessas costumam ser maiores no último mês de todos os anos, mas, em 2024, recordes vêm sendo batidos. Para prover liquidez ao mercado, o BC vem ofertando moeda, também em valores atípicos para o período.
*Com informações do Estadão Conteúdo
Entrada recorde de capital estrangeiro, rotação global de dólares para emergentes e alta de Petrobras e Vale impulsionaram o índice, em meio a ruídos geopolíticos nos Estados Unidos e com eleições brasileiras no radar dos investidores
O banco digital controlado pela holding dos irmãos Batista busca levantar US$ 434,3 milhões em abertura de capital nos EUA
A oferta é destinada exclusivamente a investidores profissionais e será realizada sob o regime de melhores esforços
Após cair mais de 6% em cinco pregões com o temor de escassez hídrica, as ações da Sabesp passaram a embutir um cenário extremo de perdas, mas para o JP Morgan o mercado ignora a proteção do modelo regulatório
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista