O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O índice havia ensaiado bater o recorde no dia anterior, mas perdeu força e acabou terminando abaixo desse patamar. Nesta sexta-feira (9), no entanto, a máxima não escapou — e teve companhia
A perspectiva da manutenção dos juros nos EUA no maior patamar em 22 anos vinha castigando os ativos de risco. Mas esse enredo mudou nesta sexta-feira (9), quando o S&P 500 rompeu pela primeira vez na história os 5 mil pontos.
O índice que reúne as principais empresas listadas na bolsa de Nova York já havia dado sinais do novo recorde no dia anterior quando, durante a sessão, superou os 5 mil pontos, mas acabou perdendo um pouco de força e fechando abaixo desse nível histórico.
O S&P 500 ultrapassou pela primeira vez os 4 mil pontos em abril de 2021. Hoje, a máxima brilhou mais uma vez — e não foi sozinha. O Nasdaq entrou no ritmo de alta e voltou as 16 mil pontos durante a sessão, algo que não acontecia desde novembro de 2021.
Confira a variação e a pontuação dos principais índices de ações em Nova York no fechamento:
Com a sombra dos juros altos ameaçando o carnaval do mercado de ações, foi preciso um trio elétrico de motivos para ajudar o S&P 500 a romper os 5 mil pontos no fechamento.
A primeira a colocar o bloquinho na rua foi a economia mais resiliente do que se esperava — e que vem sendo um motor dos momentos de retomada do mercado em 2024.
Leia Também
Logo depois aparecem dados de inflação mais fracos do que o esperado e, brilhando com paetês e plumas, a temporada sólida de resultados trimestrais das empresas.
“O S&P 500 se estabilizou acima do nível psicologicamente importante de 5 mil pontos e tem uma boa chance de ganhar um impulso adicional de alta nesse momento”, disse o analista da FX Empire, Vladimir Zernov.
Uma revisão em baixa no índice de preços ao consumidor de dezembro deu o ritmo das negociações do dia.
O governo norte-americano ajustou o dado para uma alta de 0,2%, abaixo do aumento de 0,3% inicialmente relatado. Os números do núcleo da inflação, excluindo alimentos e energia, seguiram os mesmos. Os dados do IPC de janeiro serão divulgados na próxima semana.
As gigantes de tecnologia não ficaram de fora da folia. As ações de Nvidia e Alphabet avançaram mais de 1% cada. Já os papéis da Cloudflare dispararam 23% apoiadas em fortes lucros.
Um total de 332 empresas do S&P 500 reportaram resultados trimestrais até agora, com cerca de 81% delas apresentando números acima das expectativas dos analistas, de acordo com a LSEG — bem acima da média de 67% para um trimestre.
Para especialistas consultados pelo Seu Dinheiro, alívio nos juros ajuda no curto prazo, mas o destino das ações mais alavancadas depende de outro vetor macroeconômico
De acordo com a gestora, a alienação faz parte da estratégia de reciclagem do portfólio do fundo imobiliário
Even (EVEN3), Cyrela (CYRE3), Direcional (DIRR3) e Lavvi (LAVV3) divulgaram prévias operacionais na noite de ontem (15), e o BTG avaliou cada uma delas; veja quem se destacou positivamente e o que os números indicam
As incertezas típicas de um ano eleitoral podem abrir janelas de oportunidade para a compra de fundos imobiliários — mas não é qualquer ativo que deve entrar na carteira
Resultado preliminar dos últimos três meses de 2025 superou as projeções de lucro e endividamento, reforçou a leitura positiva de analistas e fez a companhia liderar as altas da bolsa
Analistas dos dois bancos indicam onde investir em 2026 antes que os juros mudem o jogo; confira as estratégias
Banco elevou a recomendação para compra ao enxergar ganho de eficiência, expansão de margens e dividend yield em torno de 8%, mesmo no caso de um cenário de crescimento mais moderado das vendas
No começo das negociações, os papéis tinham a maior alta do Ibovespa. A prévia operacional do quarto trimestre mostra geração de caixa acima do esperado pelo BTG, desempenho sólido no Brasil e avanços operacionais, enquanto a trajetória da Resia segue como principal desafio para a companhia
A companhia aérea conseguiu maioria em assembleias simultâneas para acabar com as suas ações preferenciais, em um movimento que faz parte do processo de recuperação judicial nos Estados Unidos
O fundo multimercado superou o CDI no acumulado de 2025, com destaque para os ganhos em bolsa local e no real
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos