O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Balança comercial favorável e redução da inflação estão entre os motivos apontados pelo gestor
Um dos grandes dilemas dos países emergentes como o Brasil é a dependência do cenário macroeconômico, principalmente dos Estados Unidos, para atrair os investidores estrangeiros.
Contudo, o cenário atual “sopra” bons ventos. Um desses indicadores é a inflação que, “incrivelmente, não para de surpreender para baixo”, afirmou o sócio-fundador da Verde Asset Management, Luis Stuhlberger, no evento Latin America Investment Conference (LAIC), promovido pelo UBS.
“A cada vez que passam, as previsões para a inflação em 2024 ficam mais baixas. Hoje, a estimativa da Verde e do mercado é de 3,40%, a depender dos preços de energia, com espaço para cair ainda mais”, disse Stuhlberger.
Para ele, o otimismo moderado com a economia brasileira ainda é fruto de reformas feitas pelos governos anteriores de Michel Temer e Jair Bolsonaro, “que estão deixando a gente crescer mais sem ter inflação”.
Além do alívio nos preços, o gestor considera que o Brasil está com uma balança comercial “espetacular”, com a previsão de superávit bilionário.
“O superávit do agro pode ser um pouco menor este ano, mas não é só questão de preço, a área plantada segue aumentado, assim como a produção de minério e produção de petróleo. Daqui a pouco, nós vamos chegar a uma balança comercial de R$ 150 bilhões”, afirmou o sócio-fundador da Verde no LAIC.
Leia Também
Por fim, há ainda o benefício geopolítico.
“O Brasil parece ser um bom lugar para alocar capital moderadamente”, afirmou Stuhlberger. Mas, para ele, os ativos locais “não estão tão baratos”, uma vez que a bolsa brasileira já subiu consideravelmente.
Um velho e conhecido vilão das contas públicas e que afugenta os investidores hora ou outra é o cenário fiscal.
“O nosso fiscal ainda é muito preocupante. Em relação ao extinto teto de gastos, os gastos que vamos ter em 2024, com o orçamento previsto, serão entre R$ 300 bilhões a R$ 350 bilhões acima do extinto teto, mesmo com o arcabouço [fiscal, aprovado no ano passado].”
Contudo, para Stuhlberger, isso não deve ser surpresa para o mercado. “A equação de 2024 já está dada, com um déficit fiscal de cerca de R$ 80 bilhões, e o mercado já assimilou nos preços.”
Apesar de um Congresso mais reticente ao aumento da carga tributária, o sócio-fundador da Verde Asset Management vê outros caminhos, ou melhor, saídas para o problema brasileiro de décadas.
“Temos uma oportunidade de ouro de restabelecer a Cide [para combustíveis], dependendo do preço do petróleo e do câmbio, o que ajuda muito o fiscal”, disse Stuhlberger ao considerar que este, entre outros benefícios fiscais, está sobre a mesa do ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
“Não quer dizer que isso vai acontecer, mas é algo que ainda não foi recomposto do pacote de bondades que o Bolsonaro fez para tentar a reeleição.”
Por fim, o gestor afirmou que “enquanto Lula for um chefe de Estado, e o Haddad, na prática, for um chefe de governo, sem distinguir o job description de cada um, o país estará bem”.
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis
Segundo fontes, os papéis da provedora de internet caíram forte na bolsa nesta segunda-feira (23) por sinais de que a venda para a Claro pode não sair; confira o que está barrando a transação
Em entrevista exclusiva, o CEO do Bradesco, Marcelo Noronha, detalha o que já realizou no banco e o que ainda vem pela frente
Ganhos não recorrentes do fundo sustentem proventos na casa de R$ 0,12 por cota até o fim do primeiro semestre de 2026 (1S26), DY de quase 16%
O ouro, por sua vez, voltou para o nível dos US$ 5 mil a onça-troy, enquanto a prata encerrou a semana com ganho de 5,6%
Para o banco, a hora de comprar o FII é agora, e o motivo não são só os dividendos turbinados
O Bradesco BBI rebaixou recomendação da Porto Seguro para neutra, com a avaliação de que boa parte dos avanços já está no preço atual
Confira as principais movimentações do mercado de fundos imobiliários, que voltou do Carnaval “animado”
Mais flexíveis, os fundos imobiliários desse segmento combinam proteção com potencial de valorização; veja onde estão as principais oportunidades, segundo especialistas
O galpão logístico que é protagonista de uma batalha com os Correios terá novo inquilino e o contrato prevê a redução da vacância do FII para 3,3%
Movimento faz parte da reta final da recuperação judicial nos EUA e impacta investidores com forte diluição
As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)
A companhia promoveu um grupamento na proporção 2 por 1, sem alteração do capital social, mas outra aprovação também chamou atenção do mercado
Após a compra, o fundo passará a ter 114 imóveis em carteira, com presença em 17 estados e uma ABL de aproximadamente 1,2 milhão de metros quadrados
ADRs da Vale e Petrobras antecipam dia de volatilidade enquanto mercados voltam do feriado; aversão a risco e queda do minério de ferro explicam quedas