O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Governo identificou R$ 25,9 bilhões em despesas obrigatórias que poderão ser cortadas do Orçamento para sustentar o arcabouço fiscal, mas ainda não definiu detalhes
A notícia de que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva encontrou a perna que faltava para manter o arcabouço fiscal em pé faz a bolsa subir e o dólar cair na manhã desta quinta-feira (4).
O Ibovespa subia 0,68%, retomando os 126 mil pontos já nos primeiros movimentos da sessão, embora com muitas ações ainda em leilão.
Já o dólar recuava 1,46%, de volta à faixa de R$ 5,48 por volta das 10h15. Não custa lembrar que o dólar chegou a bater nos R$ 5,70 anteontem mesmo.
Os juros projetados dos DIs também recuavam na manhã de hoje.
Os investidores repercutem o anúncio feito na noite de ontem pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de que a equipe econômica já identificou R$ 25,9 bilhões em despesas obrigatórias que poderão ser cortadas do Orçamento de 2025.
Leia Também
O anúncio veio à tona diante da estratégia do governo de mudar a comunicação para conter a escalada do dólar e estancar o mau humor do mercado, que desconfia da potência das medidas de ajuste das contas públicas.
Havia também a preocupação de que a alta do dólar alterasse as projeções de inflação para os próximos anos, o que poderia ter impacto sobre as já elevadas taxas de juro no Brasil.
O detalhamento dessa redução só será feito depois que os ministérios envolvidos forem comunicados.
Há ainda a expectativa de que esse movimento seja refletido já na execução orçamentária deste ano.
No entanto, isso vai depender da necessidade de ajuste apontada pelo próximo relatório bimestral de avaliação de receitas e despesas, que será divulgado em 22 de julho.
"Nós já identificamos, e o presidente autorizou levar à frente, R$ 25,9 bilhões de despesas obrigatórias que vão ser cortadas depois de que os ministérios afetados sejam comunicados do limite que vai ser dado para a elaboração do orçamento de 2025. Isso não é um número arbitrário. É um número que foi levantado linha a linha do orçamento daquilo que não se coaduna com o espírito dos programas sociais que foram criados."
Fernando Haddad após deixar uma reunião da Junta de Execução Orçamentária (JEO) no Palácio do Planalto, com a presença de Lula.
O ministro reiterou que esse montante é fruto do pente-fino em programas sociais e outras despesas que vem sendo feito nos últimos meses, com ênfase nos últimos 90 dias, capitaneado pelo Ministério do Planejamento.
"Nós vamos agora reunir os ministros envolvidos, que estão conscientes que o trabalho técnico foi feito pelas próprias equipes, para que não haja também nenhuma falha de comunicação", disse o ministro.
Haddad reiterou o compromisso do governo com o cumprimento do arcabouço fiscal até o fim do mandato do governo Lula.
"O presidente determinou que cumpra-se o arcabouço fiscal. Não há discussão a esse respeito", disse o ministro após reunião da JEO, lembrando que a lei aprovada teve apoio do governo e de todos os ministros.
"A lei complementar foi aprovada, inclusive ela se conjuga com a Lei de Responsabilidade Fiscal. São leis que regulam as finanças públicas do Brasil e elas serão cumpridas em 2024, 2025, 2026. O compromisso nosso é de cumprimento", reiterou.
Essa foi a terceira reunião de Haddad com Lula na quarta-feira - os dois tiveram um primeiro encontro de manhã, no Palácio da Alvorada, e a JEO já havia feito um encontro prévio no Planalto, entre os anúncios do Plano Safra.
Segundo Haddad, as medidas discutidas pela junta combinam elementos para cumprir tanto o arcabouço de 2024 como para garantir o orçamento equilibrado de 2025.
Haddad frisou que o arcabouço fiscal será preservado a todo custo.
Segundo o ministro, a ordem de grandeza de contingenciamento, por eventual frustração de receitas, e de bloqueio, por causa do avanço das despesas, ainda não foi definida.
O tamanho do ajuste fiscal necessário para o cumprimento do arcabouço em 2024 poderá antecipar os efeitos de medidas de corte de despesas que ocorrerão no ano que vem.
Haddad disse que a ministra do Planejamento, Simone Tebet, vai considerar os valores acertados nesta reunião para o Orçamento de 2025.
Em meio à agenda de quarta-feira, o presidente Lula disse que o Brasil "jamais" será irresponsável do ponto de vista fiscal.
Em sua avaliação, o País tem de estar "calmo" e, se tiver qualquer desarranjo, é preciso consertá-lo.
"Estejam certos de que a comida vai ficar barata e que esse País jamais será irresponsável do ponto de vista fiscal", disse Lula a jornalistas, após evento de lançamento do Plano Safra 2024/2025. A cerimônia aconteceu no Palácio do Planalto.
*Com informações do Estadão Conteúdo.
Um único relatório impulsionou o valor da empresa na bolsa em 30%, mas teve um efeito muito maior para outras companhias de logística
Ainda que 850 mil investidores seja um marco para a indústria de ETFs, ainda é um número pequeno na comparação com o número de 100 milhões de investidores na renda fixa e de 5,4 milhões na renda variável
Pregão ficará fechado por alguns dias e voltará em horário reduzido; Tesouro Direto também sofre alterações
Há um leque de oportunidades no mundo dos ETFs, para diferentes tipos de investidores, do mais conservador ao mais agressivo
Levantamento da Quantum Finance mostra que fundos de papel lideraram as altas de janeiro, com retornos que chegaram a ser seis vezes maiores que o do IFIX
Ainda dá tempo de embolsar os ganhos. Veja até quando investir na ação para ter direito ao pagamento de juros sobre o capital próprio
Além da perspectiva positiva para o primeiro trimestre de 2026, a siderúrgica está sendo beneficiada por uma medida que pega a China em cheio; entenda os detalhes
A narrativa de rotação global de ativos, a partir dos Estados Unidos, segue em curso. S&P 500 e Nasdaq terminaram o dia em baixa.
Em painel na CEO Conference 2026, do BTG Pactual, o CIO da Ibiuna afirmou que uma eventual alternância de poder pode destravar uma reprecificação relevante dos ativos e pressionar os juros reais para baixo
Na última vez que o ouro representou uma fatia maior das reservas globais, a tendência dos mercados ainda era de acumulação do metal precioso
Preços máximos estabelecidos para o leilão ficaram muito abaixo do esperado e participação da empresa se torna incerta
Entrada forte de capital estrangeiro e expectativa de queda de juros levam banco a recomendar compra das ações da operadora da bolsa
Amazon combina resultados mistos com a maior aposta em IA entre as big techs, assusta investidores e ações sofrem em Wall Street, com efeitos até no Bitcoin e outras critpomoedas
Descubra quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas para o mês, e saiba como montar sua carteira de FIIs agora
A empresa vive seu melhor momento operacional, mas o Itaú BBA avalia que boa parte das principais entregas já está no preço; entenda quais gatilhos podem provocar novas altas
Gestor participou de evento da Anbima e falou sobre a perspectiva de volta do investidor local à bolsa
Bruno Henriques, head de análise de renda variável do BTG Pactual, fala no podcast Touros e Ursos sobre a sua perspectiva para as ações brasileiras neste ano
Entrada recorde de capital internacional marca início de 2026 e coloca a bolsa brasileira em destaque entre emergentes
A Axia (ex-Eletrobras) foi uma das ações que mais se valorizou no ano passado, principalmente pela privatização e pela sua nova política agressiva de pagamentos de dividendos
A iniciativa faz parte da estratégia do BTG Pactual para aumentar a distribuição de dividendos e permitir uma maior flexibilidade para a gestão