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Se a previsão se confirmar, a carteira do Ibovespa contará com 87 ações de 84 empresas a partir de maio
Depois de aparecerem entre as novidades da próxima carteira do Ibovespa, as ações da Auren (AURE3) perderam a energia e ficaram de fora da segunda prévia do índice que valerá a partir de maio.
Desse modo, apenas uma empresa — que já estava na primeira prévia — deve ingressar no Ibovespa entre maio e agosto, ainda de acordo com a segunda prévia.
Mesmo com queda de quase 36% desde o início do ano e a turbulência recente no alto escalão da companhia, a Vivara (VIVA3) manteve o brilho e se manteve como única novidade para compor a carteira do Ibovespa.
Assim como na primeira prévia, a B3 não trouxe nenhum rebaixamento. Ou seja, todos os demais papéis que compõem a carteira mantiveram seus lugares no principal índice da bolsa.
Vale lembrar que a B3 não leva em conta o desempenho das ações para incluir ou excluir ações na carteira do Ibovespa e em outros índices setoriais.
O que vale no cálculo das ações elegíveis são critérios como o volume de negociação, além do status da empresa — companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 não são elegíveis, por exemplo.
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O rebalanceamento da carteira teórica acontece a cada quatro meses. Vale lembrar que a B3 ainda divulga mais uma prévia do Ibovespa em 2 de maio. Ou seja, a Auren ainda tem chances de aparecer entre as ações da próxima carteira do índice.
Apesar das mudanças entre as prévias da carteira, quando se olha para a parte de cima da tabela, pouca coisa deve mudar no Ibovespa em relação à carteira vigente.
As ações da Vale (VALE3) seguem na liderança como as de maior peso no índice, seguidas por Petrobras, Itaú Unibanco e Banco do Brasil.
Em destaque, os papéis da BRF (BRFS3) devem perder metade da participação no Ibovespa na comparação entre a segunda prévia e a carteira do dia. Hoje, o frigorífico ocupa a 21ª posição e, se tudo se confirmar, deve cair para o 41º lugar.
Confira a seguir o top 10 em participação na nova carteira — esse dez ativos, somados, respondem por 50% do Ibovespa:
Banco é o único brasileiro na operação, que pode movimentar até US$ 10 bilhões e marca nova tentativa de Bill Ackman de abrir capital; estrutura combina fundo fechado e holding da gestora, em modelo inspirado na estratégia de longo prazo de Warren Buffett.
Carteira recomendada do banco conta com 17 fundos e exposição aos principais setores da economia: infraestrutura, imobiliário e agronegócio
A operação abrange todos os portos do país no Golfo Arábico e no Golfo de Omã, e será aplicada a embarcações de qualquer nacionalidade
A casa avalia que aproximadamente 98% da carteira está atrelada a CRIs indexados ao IPCA, o que gera proteção contra a inflação
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