O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Sob o código DIVD11, o fundo do Itaú começa a ser negociado em 11 de junho e com referência ao Índice de Dividendos da B3, o IDIV
Quem deseja aumentar o patrimônio de grão em grão — ou de dividendo em dividendo — já pode lançar mão de um novo produto de investimento.
Nesta segunda-feira (20), a Itaú Asset, gestora de fundos do Itaú, anunciou o lançamento de um ETF de dividendos. O veículo de investimento começará a ser negociado em 11 de junho.
Sob o código DIVD11, o fundo do Itaú terá como referência o Índice de Dividendos da B3, o IDIV.
Hoje, o indicador da bolsa de valores brasileira é composto por 48 empresas de nove setores — com maior peso de finanças e utilities.
O retorno potencial para o cotista se dará de duas formas: pela valorização da cota, já que o fundo é negociado em bolsa; e por meio da renda mensal dos dividendos e juros sobre capital próprio distribuídos. A alíquota do imposto de renda é de 15% e o pagamento será no 10º dia útil do mês.
A taxa de administração do DIVD11 é de 0,50%. A aplicação mínima inicial é o valor de uma cota, de R$50 — que pode sofrer alterações conforme variação de mercado.
Leia Também
Na visão do Itaú, o ETF pode ser uma estratégia de renda variável mais defensiva do investidor e com um risco que tende a ser menor que o do principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa (IBOV).
A performance acumulada pelo índice IDIV é de 114% contra 68% do Ibovespa no período de janeiro de 2018 até março de 2024. O provento do índice será mensal.
Atualmente, a Itaú Asset oferece 22 ETFs no portfólio, formado por renda fixa e variável nacional e internacional, além de criptoativos.
Vale lembrar que ETF são fundos negociados em bolsa e que possuem referência de algum indicador do mercado, já os dividendos são parte do lucro das empresas distribuídos aos acionistas.
Apesar da novidade, esse tipo de ETF não é inédito. No ano passado, o Nubank lançou um ETF de dividendos, com pagamento mensal de proventos.
O Nu Renda Ibov Smart Dividendos (NDIV11), que como tem referência o índice Ibovespa Smart Dividendos B3, foi o primeiro ETF de dividendos no Brasil.
Atualmente, o índice é composto pelas ações de 21 empresas.
Para entender as projeções para este ano, o Seu Dinheiro conversou com a analistas da EQI Research e da Empiricus Research, além de gestores de fundos imobiliários da Daycoval Asset e da TRX
Uma nova rodada de indicadores tanto no Brasil como nos Estados Unidos deve concentrar a atenção dos investidores, entre eles, os dados da inflação norte-americana
Depois dos recentes eventos ligados à Venezuela, uma nova fonte de tensão promete colocar mais lenha na fogueira das commodities; entenda como isso mexe com o seu bolso
A bolsa brasileira avançou apesar de ruídos políticos e incertezas globais, mas a semana foi marcada por forte seletividade: Cogna subiu embalada por revisões positivas, enquanto C&A sentiu o peso de um cenário mais desafiador para o varejo
Após um tombo histórico e uma diluição bilionária, os papéis dam um salto em um movimento técnico, enquanto o mercado segue avaliando os efeitos do aumento de capital e da reestruturação da companhia
A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista
Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo
Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial
O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”
Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos
A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros
Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata
Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento
Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda
Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões
Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro
Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas
Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante
País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas