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Ações da gigante de inteligência artifical chegam a registrar queda parcial de dois dígitos
Em uma manhã desastrosa para os mercados globais e as ações de tecnologia, já era esperada uma forte queda da Nvidia, uma dos destaques do momento entre as big techs e uma das maiores empresas do mundo em valor de mercado. Contudo, um rumor adicional acabou complicando ainda mais a manhã dos acionistas.
De acordo com dados da CNBC, os papéis da Nvidia abriram o pregão a US$ 96,16, queda de quase 11% em relação ao fechamento de sexta (US$ 107,65). Às 11h09, a ação marcava US$ 98,49, recuperando parte das perdas, mas ainda com intensa volatilidade.
A queda é bem superior aos 4% do Nasdaq Composite, índice que reúne as principais empresas de tecnologia dos Estados Unidos.
Além do pânico que tomou conta dos mercados globais, preocupados com uma possível recessão nos Estados Unidos, a Nvidia também foi afetada por um rumor sobre um suposto atraso nos embarques dos chips B200.
A informação de que a Nvidia teria alertado a Microsoft sobre o adiamento nas entregas foi dada pela agência The Information, mas não foi confirmada pela empresa, que alegou ter a produção no caminho certo.
Como parte das receitas previstas para a empresa ainda em 2024 dependem das vendas dos chips B200, o adiamento poderia ter um impacto relevante sobre o faturamento da companhia.
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Contudo, na visão do Itaú BBA, isso não é motivo para desespero. O bancão entende que a demanda por chips de inteligência artificial é resiliente e, por conta disso, a receita pode ser adiada, mas não perdida.
Além disso, o BBA já havia recomendado a compra de Nvidia e entende que, em um cenário de queda, abre-se uma oportunidade para capturar ganhos nos anos subsequentes. O próprio preço-alvo do banco para Nvidia foi reajustado de US$ 130 para US$ 165.
Apesar do otimismo, o Itaú BBA entende que existe um problema macroeconômico, já que, com o medo de recessão, os investidores podem ficar avessos ao risco e evitar um forte posicionamento em Nvidia até o cenário clarear. Nesse caso, a ação poderia, ao menos por um tempo, se comportar como uma armadilha de valor (bom preço em termos de múltiplos, mas com dificuldades para se valorizar de fato).
Para o BBA, as preocupações com a alavancagem têm pressionado o desempenho da CSN. No ano, a CMIN3 caiu 7%, enquanto a Vale (VALE3) subiu 20%
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