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Analistas militares alertaram que se o financiamento dos EUA acabar, a Ucrânia
perderá a guerra contra a Rússia
Muitos foram os esforços para que a guerra entre a Rússia e a Ucrânia chegasse ao fim — até o Brasil se colocou à disposição para intermediar a paz entre os dois países. Mas parece que os EUA têm outros planos em relação à duração do conflito.
Um relatório ao que o New York Times teve acesso mostrou que o governo norte-americano quer que a Ucrânia resista no front de batalha contra a Rússia até 2025.
Segundo o documento, a estratégia de "manter e construir" poderia permitir à Ucrânia intensificar capacidades domésticas de produção de armas no próximo ano para produzir mais
drones e mísseis de longo alcance.
Com armas suficientes, alguns militares dos EUA pensam que o exército da Ucrânia
poderia trazer a Rússia à mesa de negociações no final de 2024 ou em 2025.
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O financiamento dos EUA para a Ucrânia está chegando ao fim — resta cerca de US$ 4,4 bilhões em apoio vindo do Departamento de Defesa, de acordo com os dados apresentados pelo porta-voz do Pentágono, o major-general da Força Aérea, Pat Ryder.
O governo de Joe Biden apresentará um último pacote de ajuda para a Ucrânia antes do final do ano, segundo o porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, John Kirby.
"Depois disso, não teremos mais autoridade para fornecer ajuda e precisaremos que o Congresso aja sem demora", disse Kirby.
No início deste mês, o presidente dos EUA, Joe Biden, tentou romper um impasse na
Congresso com um pacote de assistência de US$ 111 bilhões para Ucrânia e Israel,
mas falhou depois que todos os republicanos e o senador Bernie Sanders se opuseram.
A Ucrânia tomou medidas para aumentar a capacidade interna, intensificando a produção de munições e drones com a ajuda de fabricantes locais.
No entanto, ainda não está claro se isso será suficiente para compensar a diminuição da ajuda dos EUA e da União Europeia.
Analistas militares alertaram que se o financiamento dos EUA acabar, a Ucrânia perderá a guerra contra a Rússia.
*Com informações do New York Times e do Business Insider
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