O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O presidente russo se sentiu encurralado quando a Ucrânia manifestou intenção de se tornar membro permanente da aliança, o que resultou na invasão. Agora, ele volta a enfrentar um novo pesadelo.
Vários foram os motivos para o presidente russo, Vladimir Putin, invadir a Ucrânia, mas o gatilho para a guerra foi o desejo de Kiev de fazer parte da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) como membro permanente.
Se isso acontecesse, o chefe do Kremlin se veria cercado por uma aliança formada por países do Ocidente da qual os EUA fazem parte e cujo lema é “mexeu com um, mexeu com todos”.
Sentindo-se desafiado, Putin resolveu não esperar para ver e, depois de vários alertas sobre a movimentação da Otan nos países que fazem fronteira com a Rússia, invadiu a Ucrânia com a ideia de dominar um território no qual já estava de olho há muito tempo.
O argumento do presidente russo para o que chama de operação militar especial foi a libertação dos ucranianos e a desnazificação de Kiev.
Pouco mais de um ano depois da invasão, Putin se vê novamente cercado pela Otan — dessa vez não pela Ucrânia, mas pela Finlândia.
Se a Finlândia entrar na Otan como membro permanente, Putin estará ainda mais cercado — restando uma saída mais ao norte apenas pela Suécia.
Leia Também
E hoje mais um passo foi dado na direção de fechar esse cerco. O parlamento finlandês aprovou por maioria esmagadora a legislação que permite que o país se junte à Otan, aumentando as chances de se tornar um membro da aliança antes da vizinha nórdica Suécia.
No ano passado, ambos os países abandonaram décadas de não-alinhamento militar em uma mudança política histórica desencadeada pela invasão russa da Ucrânia, apresentando simultaneamente pedidos de adesão à Otan e prometendo concluir o processo “de mãos dadas”.
Os parlamentares finlandeses votaram 184 a favor da aceitação dos tratados da Otan, com sete contra e uma abstenção, depois de pressionar para que a legislação seja aprovada antes das eleições gerais planejadas para o início do próximo mês, a fim de evitar um vácuo político.
A votação ocorreu quando uma movimentação já começou em uma cerca ao longo de partes da fronteira de 1.340 km da Finlândia com a Rússia, com o objetivo de aumentar a segurança e combater qualquer tentativa de Moscou de armar a migração em massa após a invasão da Ucrânia.
Os novos participantes da Otan devem ser aprovados por todos os 30 membros existentes e, embora tanto o pedido da Finlândia como o da Suécia ainda aguardem a aprovação da Hungria e da Turquia, os suecos enfrentam objeções de Ancara por abrigar o que considera membros de grupos terroristas.
A Turquia anunciou na segunda-feira (28) que as negociações com a Finlândia e a Suécia seriam retomadas em 9 de março, depois que as negociações com a Suécia foram abandonadas devido a uma disputa sobre os protestos realizados em Estocolmo, incluindo a queima do Alcorão em frente à embaixada da Turquia.
Já o primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, disse na semana passada que mais conversas eram necessárias antes que os deputados votassem sobre as propostas de adesão e acusou os dois países de espalhar "mentiras descaradas" sobre o estado da democracia e o estado de direito na Hungria.
Uma delegação do parlamento da Hungria visitará a Finlândia em 9 de março para discutir seu pedido de adesão à Otan, disse o ministro das Relações Exteriores da Finlândia, Pekka Haavisto, na terça-feira.
Além disso, a aprovação parlamentar não significa que a Finlândia se juntará automaticamente à Otan assim que a Turquia e a Hungria ratificarem seu pedido, mas o projeto de lei deve ser sancionado pelo presidente dentro de três meses, estabelecendo um prazo de quanto tempo pode esperar pela Suécia.
*Com informações do The Guardian
Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor
Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo
O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos
Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País
China, Rússia, países na Europa e no Oriente Médio se manifestam após o que vem sendo considerado um dos maiores ataques dos EUA à região na história recente; confira o que as autoridades disseram
O investidor está de frente com um mundo mais perigoso; entenda quem ganha e quem perde e o que pode acontecer a partir de agora
Explosões em Teerã marcam mudança de patamar na crise geopolítica; Teerã reage e atinge alvos ligados a forças americanas na região