Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
CERCO AOS TITÃS

Plano revelado: o que os EUA vão fazer para impedir que mais bancos quebrem no país

As autoridades bancárias norte-americanas apresentaram um plano para forçar as instituições financeiras; as regras, no entanto, terão implicações importantes para o setor

Placa sinalizando Wall Street, centro financeiro dos EUA e que simboliza a bolsa e o mercado de ações do país
Imagem: Shutterstock

Quando o Silicon Valley Bank (SVB) deu sinais de problema, em março deste ano, o mundo se perguntou se uma crise nos moldes de 2008 estaria se aproximando. Não aconteceu, mas o risco de contágio seguiu no retrovisor. Nesta terça-feira (29), os reguladores norte-americanos resolveram deixar esse episódio para trás de vez, fechando o cerco aos bancos de Wall Street

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para isso, as autoridades bancárias dos EUA apresentaram um plano para forçar as instituições regionais a emitir dívida para proteger os depositantes no caso de mais falências.

Todos os bancos norte-americanos com pelo menos US$ 100 bilhões em ativos estariam sujeitos à nova exigência, que os obriga a manter uma camada de dívida de longo prazo para absorver perdas no caso de uma apreensão governamental. 

O plano foi elaborado pelo Tesouro dos EUA, pelo Office of the Comptroller of the Currency — uma agência que controla dos bancos no país —, pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e pela Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC, o Fundo Garantidor de Crédito dos EUA). 

  • Como construir patrimônio em dólar? Estratégia de investimento desenvolvida por físico da USP possibilita lucros na moeda americana; conheça aqui

O cerco aos titãs de Wall Street

Na prática, o plano se aplica às maiores instituições financeiras dos EUA — aquelas conhecidas na indústria como bancos globais sistemicamente importantes. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E as medidas anunciadas hoje implicam no aumento dos níveis de dívida de longo prazo detida por esses bancos, eliminando uma lacuna que permite que instituições financeiras de médio porte escapem do reconhecimento de baixas nesse títulos. 

Leia Também

TOUROS E URSOS #283

O gringo está de saída do Ibovespa (de novo): confira o que afasta o estrangeiro do Brasil

BRASÍLIA X TIO SAM

A lei de reciprocidade vai incendiar a bolsa? Spoiler: o risco Brasil dá mais medo

Além disso, força os bancos a apresentarem um planejamento mais robusto, que teria efeito em caso de falência.

SEU DINHEIRO EXPLICA — Dá para pagar uma faculdade de medicina com o Tesouro Educa+? Fizemos as contas para você!

Os impactos sobre os bancos

Os novos requisitos tem como objetivo aumentar os níveis de dívida dos bancos. Isso significa  que se os reguladores precisarem intervir em um banco de médio porte, haverá uma camada de capital pronta para absorver perdas antes que os depositantes não segurados sejam ameaçados. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Só que essa medida tem efeito colateral. A regra pode forçar alguns credores a emitir mais dívida corporativa ou substituir as fontes de financiamento existentes por formas mais caras de dívida de longo prazo, segundo analistas do Morgan Stanley. 

Se isso acontecer, as margens dos bancos de médio porte ficariam mais comprimidas, que já estariam sob pressão devido ao aumento dos custos de financiamento. 

Segundo o Morgan Stanley, existem cinco bancos que poderão necessitar levantar cerca de US$ 12 bilhões em novas dívidas: 

  • Regions Financial
  • M&T Bank
  • Citizens Financial
  • Northern Trust
  • Fifth Third Bancorp

*Com informações da CNBC

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A mão de um robô humanoide segura várias cédulas de dólar 9 de agosto de 2026 - 17:01
Ilustração do genoma criado pela IA 7 de agosto de 2026 - 15:51
Ilustração gerada por IA de uma igreja moderna branca no meio de um campo de flores roxas. 7 de agosto de 2026 - 0:09
Em um cenário que lembra a lua, robôs humanoides e de quatro patas da Unitree estão enfileirados. 6 de agosto de 2026 - 19:51
Estátua de menina em frente ao touro de Wall Street 6 de agosto de 2026 - 19:21
Em um fundo com a bandeira dos EUA, o megainvestidor Michael Burry aparece do lado direito, em primeiro plano 5 de agosto de 2026 - 16:30

ELE ESTÁ VENDIDO

O tsunami que pode arrastar o S&P 500, segundo Michael Burry

5 de agosto de 2026 - 16:30
imagem da Ponte das Correntes que atravessa o rio Dánubio em Budapeste, na Hungria, vista de cima 5 de agosto de 2026 - 14:28
Imagem criada por IA de um executivo dentro de um barco de madeira, remando na direção da B3. Em vez de água, ele navega sobre dólares. 3 de agosto de 2026 - 19:45
Wall Street diante de um gráfico vermelho de queda 31 de julho de 2026 - 19:31
federal reserve bola de cristal 29 de julho de 2026 - 17:24
Ponte Internacional Gordie Howe 29 de julho de 2026 - 15:49
O presidente da Argentina, Javier Milei, veste terno escuro e camisa azul. Na montagem, que traz a bandeira da Argentina ao fundo, ele acena. 28 de julho de 2026 - 19:05
Gráfico do mercado de ações em fundo escuro com uma seta ao centro apontado para cima bolsa ibovespa balanços microcaps 27 de julho de 2026 - 12:27
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar