O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A empresa decidiu reestruturar o segmento de filmes, o que resultou na demissão de funcionários e na saída de dois dos executivos mais experientes da companhia

Só recentemente a Netflix (NFLX34) parece ter-se dado conta de que quantidade não é sinônimo de qualidade. A gigante do streaming lançou ao menos um filme por semana nos últimos dois anos. Só em abril deste ano foram anunciadas 16 estreias, mas sem nenhuma grande novidade reservada para o mês.
Após aumentar os investimentos em produção para acirrar a briga pelo streaming, a empresa decidiu reestruturar o segmento de filmes.
A mudança resultou na demissão de funcionários e na saída de dois dos executivos mais experientes da companhia, de acordo com a Bloomberg.
A Netflix informou ao site TechCrunch que a reestruturação foi feita para simplificar sua estrutura e preparar a empresa para a próxima fase de seu crescimento.
Na intenção de bater de frente com a concorrência em quantidade de títulos originais, a Netflix desembolsou uma grande quantia para desenvolver a área de criação.
A empresa abriu várias divisões responsáveis por filmes em diferentes faixas de preço e independentes entre si — e contratou diversos profissionais para as áreas.
Leia Também
O grupo de filmes independentes fazia filmes com um orçamento menor, que chegava à média de US$ 30 milhões.
Ao mesmo tempo, uma outra equipe criava filmes de orçamento médio, que custavam entre US$ 30 milhões e US$ 80 milhões. Já a terceira unidade desenvolvia as produções de maior orçamento.
Como as áreas operavam com autonomia, os executivos tinham liberdade para fazer filmes sem consultar seus superiores.
Com isso, a plataforma de streaming lançou mais filmes originais do que qualquer outra empresa em Hollywood e produziu mais de 50 projetos por ano.
A intenção do chefe de cinema da Netflix, Scott Stuber, agora é diminuir a produção de títulos originais para garantir que mais projetos sejam de alta qualidade.
Ao que parece, a nova meta da plataforma de streaming já vem sendo implementada há algum tempo. A empresa pretende lançar 49 títulos originais em 2023, contra 85 produções autorais no ano passado.
A reestruturação anunciada pela empresa recentemente pretende centralizar as decisões sobre a área de filmes — e isso incluiu o corte de dois dos principais líderes do segmento.
A líder de filmes independentes e documentários de baixo orçamento, Lisa Nishimura, deixará a empresa depois de mais de 15 anos.
“Lisa Nishimura ingressou na Netflix na época do DVD e, à medida que a empresa mudou para o streaming, ela construiu nossas divisões de documentário original e comédia stand-up desde o início e estabeleceu a Netflix como uma potência em ambos os espaços”, disse Stuber à revista Variety.
Enquanto isso, Ian Bricke renunciou ao cargo de vice-presidente do grupo de filmes independentes após mais de uma década.
O chefe de cinema da Netflix, Scott Stuber, também agradeceu a Bricke por seus esforços “construindo e liderando nossa equipe de filmes independentes, atraindo cineastas como Tamara Jenkins, Nicole Holofcener e Mark e Jay Duplass”.
A empresa de streaming está programada para divulgar o balanço financeiro do primeiro trimestre em 18 de abril.
*Com informações de Variety, Bloomberg e TechCrunch
UM BC 2.0
ENTRAM EM CAMPO
FIM DO DINHEIRO BARATO?
ESQUEÇA AS BARRAS DE OURO
ENTRAM EM CAMPO
COMMODITIES NA CARTEIRA
COMPUTAÇÃO EM NUVEM
ROUBO AO LONGO PRAZO
SEGUNDA DE JOGOS
PAZ À VISTA?
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
BRASIL ENTRA EM CAMPO
ABERTURA DE CAPITAL
O FUTEBOL ESTÁ NO AR
DISPUTA INTERNACIONAL
COMEÇA A PARTIDA
REBAIXAR NÃO É ABANDONAR
FUJA DO ÍNDICE, FOQUE NAS AÇÕES
CENÁRIO INTERNACIONAL