🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

O XADREZ DA GUERRA

Cessar-fogo e libertação de reféns: o que está por trás da mudança de posição de Israel ao aceitar a trégua

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, vinha assumindo uma postura implacável desde os ataques do Hamas, em 7 de outubro; saiba o que pode ter feito ele ceder

Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel
Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro de Israel. - Imagem: Alexandros Michailidis/Shutterstock

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que só pararia com a guerra contra o Hamas quando o grupo fosse desmantelado — e o que se viu foi uma contraofensiva impiedosa em resposta aos ataques de 7 de outubro. Só que o que parecia impossível aconteceu na noite de terça-feira (21): um cessar-fogo em Gaza. Seria esse o primeiro sinal do fim do conflito?

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Embora tenha firmado acordo que prevê uma trégua temporária na Faixa de Gaza, o governo de Israel reforçou o compromisso em continuar a guerra na região para completar a "eliminação do Hamas e evitar a existência de ameaças” ao país.

O cessar-fogo temporário se dará assim: na primeira fase, o Hamas libertará 50 mulheres e crianças nos próximos quatro dias — período no qual haverá uma pausa nos combates. 

"A soltura de cada dez novos reféns resultará em um dia adicional de pausa", disse o governo israelense, em comunicado.

Além disso, espera-se que cerca de 150 mulheres e crianças palestinas sejam libertadas das prisões em Israel — que também teria concordado, segundo fontes, em interromper a vigilância com drones no norte de Gaza durante seis horas por dia

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os estrangeiros mantidos como reféns, no entanto, não estão inclusos no acordo principal, mas ainda podem fazer parte de pactos separados que garantam sua liberação durante o período de trégua. 

Leia Também

APONTA ESTUDO

País de escala continental, natureza exótica e praias paradisíacas é o melhor lugar do mundo para sobreviver a uma catástrofe global — e não é o Brasil

O ROTEIRO DO CHOQUE

Recessão à vista? Fitch diz o que acontece com a economia mundial se a inteligência artificial virar a vilã dos mercados

Israel: algo mudou?

Provavelmente seria equivocado sugerir que o cessar-fogo temporário representa um abrandamento da posição de Netanyahu. 

O primeiro-ministro de Israel tem sido inflexível na missão de eliminar o Hamas como força militar e política em Gaza — e parece apegado a essa abordagem, de cujo sucesso depende o seu próprio futuro político.

Mas não dá para ignorar o fato de que Netanyahu e o gabinete de guerra — que inclui o ministro da Defesa linha dura, Yoav Gallant — têm estado sob intensa pressão para fazer mais por parte das famílias dos reféns, que organizaram uma enorme marcha de cinco dias até Jerusalém na semana passada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem publicada nas redes sociais mostra a marcha das famílias dos reféns e apoiadores até Jerusalém

Os analistas israelenses atribuem a aparente mudança de atitude de Netanyahu à movimentação desses familiares e também a uma compreensão tardia de que as Forças de Defesa de Israel (IDF) e o sistema de segurança têm um dever com os cidadãos de Israel que vai além da destruição do Hamas.

“O sistema de defesa, sendo responsável pelo terrível fracasso que permitiu o massacre de 7 de outubro, deve ser retificado. E a retificação não termina com a conquista de território e a morte de terroristas. Em primeiro lugar, envolve um esforço para trazer pelo menos as mães e crianças entre os reféns de volta para casa”, escreveu o colunista do Haaretz, Amos Harel.

Especula-se também que a mudança de Netanyahu pode ter sido influenciada de forma crítica pelo seu encontro com famílias dos reféns, após semanas durante as quais se recusou a encontrá-las. 

O premiê e o seu partido Likud perderam a confiança da maioria dos eleitores, que os culpam pelos lapsos e pela complacência com o 7 de Outubro. As pesquisas sugerem que perderiam uma eleição se esta fosse realizada agora. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Fato é que o gabinete de guerra está dividido, com a linha dura, incluindo Netanyahu, convencida de que a pressão militar implacável é a melhor forma de enfraquecer o Hamas e convencer o seu líder em Gaza, Yahya Sinwar, a libertar os cativos, enquanto outros argumentam que Israel deve conseguir o que pode agora antes que a pressão internacional para recuar em Gaza se torne ainda maior.

A DINHEIRISTA - Posso deixar meu marido sem herança? Estou muito doente e ele se recusa a cuidar de mim!

A reação internacional

Os líderes internacionais saudaram o acordo entre Israel e o Hamas para uma trégua, que deverá entrar em vigor na manhã de quinta-feira (23). 

O Catar e o Egipto foram negociadores-chave no acordo, com ambos os países indicando que esperam que seja um passo em direcção a um cessar-fogo e a uma solução a longo prazo. 

Os EUA foram outro negociador principal, com o secretário de Estado Antony Blinken afirmando que o acordo marcava “um progresso significativo”, mas prometendo que os EUA “não descansarão enquanto o Hamas continuar a manter reféns em Gaza”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
https://twitter.com/SecBlinken/status/1727193865877156175

O presidente da França, Emmanuel Macron, também deu as boas vindas aos cessar-fogo e disse que segue trabalhando pela libertação de todos os reféns.

https://twitter.com/EmmanuelMacron/status/1727269494832484854

*Com informações da CNN Internacional e do The Guardian

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Imagem de Donald Trump com gráfico vermelho indicando queda ao fundo. 4 de setembro de 2026 - 12:26
O economista Mohamed El-Erian está sentado em uma poltrona vermelha, segurando um microfone. Atrás dele, uma estante de livros. 31 de agosto de 2026 - 13:50
Dono da Amazon Jeff Bezos Indian Creek 27 de agosto de 2026 - 16:32
Wall Street diante de um gráfico vermelho de queda 19 de agosto de 2026 - 15:33

OPORTUNIDADE OU CILADA

Renda fixa nos EUA: vale a pena comprar Treasury com a disparada dos juros?

19 de agosto de 2026 - 15:33
Em um fundo que mescla o prédio da B3, a bandeira do Brasil e um globo, um homem de barba e terno azul está ao lado direito da imagem. No centro, a frase: Só ser barato não adianta 14 de agosto de 2026 - 14:40
Montagem representando as tarifas dos EUA contra os produtos brasileiros 14 de agosto de 2026 - 13:31
A mão de um robô humanoide segura várias cédulas de dólar 9 de agosto de 2026 - 17:01
Ilustração do genoma criado pela IA 7 de agosto de 2026 - 15:51
Ilustração gerada por IA de uma igreja moderna branca no meio de um campo de flores roxas. 7 de agosto de 2026 - 0:09
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar