O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Seis meses após a entrada em vigor do Marco Legal da Geração Distribuída, quem adotar energia solar em casa já começa a pegar a regra de transição da ‘taxação do sol’
A entrada em vigor do Marco Legal da Geração Distribuída, em 7 de janeiro deste ano, trouxe segurança jurídica para pessoas e empresas que geram sua própria energia elétrica por fontes renováveis, como a solar e a eólica, mas também estabeleceu que esses geradores ficariam responsáveis por pagar pelo custo de distribuição da energia quando seus sistemas fossem ligados à rede geral. Por afetar quem gera energia solar em casa, essa cobrança foi apelidada de 'taxação do sol'.
Quem homologou projetos de geração de energia solar até a entrada em vigor da lei se deu bem, pois garantiu a isenção desse novo custo até 2045. Mas quem homologou projetos a partir de 7 de janeiro já começou a pegar a 'taxação do sol' (saiba mais sobre esse custo).
Existe uma regra de transição para a cobrança, porém, que prevê um aumento progressivo, até 2028, do custo de distribuição com o qual o gerador da energia deve arcar. Para quem homologou novos projetos nos primeiros seis meses da nova lei (até o último dia 7 de julho), o prazo ficou mais longo, até 2030.
Então, mesmo para quem já vai pegar a 'taxação do sol', a cobrança ainda será parcial. Seja como for, é fato que instalar painéis solares em casa passou a contar com um novo custo, que antes não existia.
Assim, ao menos num primeiro momento, esperava-se que a vantagem financeira de adotar energia solar fosse reduzida. Porém, segundo especialistas do setor, não foi o que aconteceu, e a economia potencial que o usuário pode ter na conta de luz se mantém.
Segundo Bruno Reis, diretor comercial da Genyx, distribuidora de equipamentos de geração de energia solar, a economia máxima na conta de luz para quem instala painéis solares continua em 95%, o mesmo valor de antes da entrada em vigor do Marco Legal da Geração Distribuída.
Leia Também
E as razões para isso foram o avanço tecnológico e a queda recente do dólar ante o real, que baratearam os equipamentos, compensando pela entrada em cena do custo de distribuição.
"O kit gerador fotovoltaico teve uma redução de preço entre 20% e 30% no ano de 2023. Portanto, hoje o prazo de retorno do investimento está muito mais curto do que no ano passado", diz Reis.
Segundo ele, este prazo está em média em dois anos e meio para projetos de um pequeno mercado até quatro anos para projetos residenciais com contas de luz entre R$ 400 e R$ 500.
Lembrando que os equipamentos de geração de energia solar têm uma vida útil de 13 a 15 anos (inversores) e 25 a 30 anos (painéis solares).
Aqui no Seu Dinheiro, publicamos uma série de reportagens sobre energia solar para ajudar na tomada de decisão sobre instalar ou não painéis solares em casa para economizar na conta de luz. Confira:
Apesar de instituir a 'taxação do sol', o Marco Legal da Geração Distribuída é benéfico, de acordo com representantes do setor de energias renováveis.
Seis meses após a entrada em vigor da lei, Bruno Reis avalia que ela só trouxe benefícios, porque permite que as distribuidoras de energia tenham fôlego para ampliar suas redes na velocidade que o crescimento da energia solar exige, além de ter garantido segurança jurídica.
"Sem a lei e apenas com uma regulação, como era anteriormente, mesmo quem já possuía sistemas instalados estava sujeito a mudanças a todo momento", observa.
Contribuintes têm até 19 de fevereiro para optar pela atualização de valores de imóveis pelo preço de mercado. Medida é boa demais para ser verdade?
Apesar do desconto ser alto, os motoristas precisam tomar cuidado para ver se realmente vale a pena
A Anvisa estabeleceu medidas de suspensão e proibição para produtos alimentícios considerados irregulares em fiscalização.
Prêmio de R$ 141 milhões da Mega-Sena pode render mais de R$ 1 milhão por mês na renda fixa conservadora.
Raros e pouco conhecidos, microrganismos presentes na água e no solo acendem um sinal de atenção entre pesquisadores
Tarifa, atualmente cobrada em um único sentido, será dividida no sentido Litoral e São Paulo, com valor de R$ 19,35.
Se tivessem feito aposta-espelho, os dois ganhadores da faixa de zero acerto do concurso 2884 da Lotomania também teriam ficado milionários.
A entidade de autorregulação do mercado atualizou seus códigos e trabalha em novas diretrizes para melhorar a transparência aos investidores
Ventos e correntes empurram organismos altamente tóxicos para o litoral do Sul do RS; guarda-vidas registraram mais de 500 atendimentos
A primeira Semana do Cinema de 2026 ocorrerá entre os dias 5 e 11 de fevereiro, com ingressos a R$ 10 e R$ 12.
Alupar, B3 e Itaú estão entre os os papéis que continuam bem posicionados nos negócios e na agenda ambiental, social e de governança
Interdição atinge apenas um lote do produto da marca La Vaquita, após laudo apontar presença de bactéria associada à intoxicação alimentar
Justiça já aceitou uma proteção contra credores de 30 dias; resta saber se o pedido de RJ também será atendido
Fictor estampava as costas das camisas dos times de futebol masculino e feminino do Palmeiras desde o fim de março do ano passado
MED 2.0 passa a rastrear o caminho do dinheiro em golpes via Pix, fecha brechas usadas por criminosos e amplia as chances de bloqueio
Órgãos do Reino Unido emitem alerta sobre casos de doença grave e mortes possivelmente associadas a medicamentos para emagrecimento e diabetes
A partir de fevereiro, o WhatsApp exigirá versões mais recentes de Android e iOS e aparelhos antigos podem ficar sem o app
Leilão da Receita Federal em São Paulo reúne 321 lotes com veículos, eletrônicos e itens de luxo, incluindo um SUV Brilliance com lance mínimo de R$ 22,5 mil
Saem da carteira os papéis da Vale (VALE3) e da Telefônica Brasil (VIVT3). No lugar, entram Caixa Seguridade (CXSE3) e TIM (TIMS3)
Pesquisa com mais de 9 mil pessoas indica que interromper medicamentos para obesidade leva a engordar o peso perdido