O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A convocação da assembleia de acionistas acontece junto com o anúncio do “plano de transformação” pela Via na semana passada
O temor do mercado de que a Via (VIIA3) precisará de dinheiro dos acionistas para equilibrar o balanço se tornou um pouco mais real. Isso porque a dona das redes Casas Bahia e Ponto convocou uma assembleia para aprovar um aumento no limite de capital.
A noticia — que acabou passando batida em meio ao plano de reestruturação da companhia — ajuda a derrubar as ações da Via, que recuavam 4,65% por volta das 15h35 nesta terça-feira na B3. Leia também nossa cobertura completa de mercados hoje.
Pela proposta que os acionistas precisam aprovar, a varejista propõe ampliar o limite de capital autorizado para até 3 bilhões de ações. Assim, a companhia abre espaço para emitir até 1,4 bilhão de novos papéis no mercado.
"A administração entende que a proposta da Alteração do Capital Autorizado visa a tornar mais célere os procedimentos de aumento de capital da Companhia e conferir flexibilidade para o aproveitamento de futuras oportunidades de captação de recursos por meio de emissões de ações", justifica a Via, na convocação.
Um possível aumento de capital no teto do limite proposto equivale a aproximadamente R$ 2,1 bilhões, considerando as cotações atuais da Via na bolsa, e uma diluição de 88% na base acionária, de acordo com JP Morgan.
Caso os acionistas aprovem a proposta de aumento do limite de capital, uma nova emissão de ações dependeria apenas do aval do conselho de administração,
Leia Também
A assembleia da Via acontece no próximo dia 1º de setembro. Eu procurei a companhia, mas não obtive retorno até a publicação desta matéria.
A convocação da assembleia de acionistas acontece junto com o anúncio do "plano de transformação" pela Via na semana passada. Mas a proposta de aumento do limite de capital não aparece entre os destaques do plano.
Em linhas gerais, a companhia pretende cortar de custos e monetizar de ativos, como créditos tributários. As iniciativas incluem ainda uma captação de até R$ 1,5 bilhão por meio de um fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC).
O plano da Via é usar o fundo para antecipar os recursos das vendas feitas no crediário nas Casas Bahia e Ponto. Desse modo, em vez de esperar para receber em parcelas o dinheiro das vendas, a varejista embolsa de uma só vez.
Junto com o aumento do limite de capital, os acionistas da Via vão discutir uma nova mudança no nome. A administração da varejista propôs alterar a denominação social para Grupo Casas Bahia.
"A proposta visa a incorporar ao nome empresarial da companhia a principal marca e unidade de negócios do Grupo, reforçando a identidade corporativa perante investidores e demais stakeholders", justificou a Via, na convocação da assembleia.
Instituição apostou em entretenimento, TV aberta e celebridades para crescer rápido, mas acabou liquidada após colapso do Banco Master
Anvisa determinou o recolhimento de um lote do chocolate Laka após identificar erro na embalagem que omite a informação sobre a presença de glúten
A companhia quer dobrar a produção em fábrica nova no país, em um movimento que acompanha a estratégia saudita de reduzir importações e já atraiu investimentos fortes de concorrentes como a MBRF
A conclusão da operação ocorre após a Sabesp obter, na terça-feira (20), as aprovações do Cade e da Aneel
Banco revisa preço-alvo para R$ 30, mas reforça confiança na trajetória de crescimento acelerado da companhia nos próximos anos
Segundo O Globo, a Superintendência de Processos Sancionadores da CVM concluiu que o ex-CEO, Miguel Gutierrez, foi o responsável pela fraude na varejista; entenda
O banco revisou para cima as estimativas de preços de energia devido à escassez de chuvas. Mas o que isso significa para a Axia Energia?
Analistas do banco destacam que, após anos de ajustes e crise do Fies, os grandes grupos de ensino podem gerar retornos significativos aos acionistas; veja a recomendação para Cogna (COGN3), YDUQS (YDUQ3), Afya (AFYA), Ânima (ANIM3), Vitru (VTRU3), Cruzeiro do Sul (CSUD3), Ser Educacional (SEER3) e Laureate
Andy Jassy admite que os estoques antecipados já não seguram os preços e que consumidores começam a sentir os efeitos das medidas, mudando hábitos de compra
Liquidação do will bank ativa o Fundo Garantidor de Créditos; investidores precisam se cadastrar no app do FGC para solicitar o pagamento
A aérea anunciou acordo para aporte de US$ 100 milhões, além de emissão de ações para captar até US$ 950 milhões, com diluição de 80% da base acionária; a companhia também publicou um plano de negócios atualizado
A receita somou US$ 12,05 bilhões no período, superando as estimativas de US$ 11,97 bilhões e representando um crescimento de 17,6%
A história de um banco digital que cresceu fora do eixo da Faria Lima, atraiu grandes investidores e terminou liquidado pelo Banco Central
Esses papéis haviam sido dados para a Mastercard como garantia de uma obrigação financeira, que não foi cumprida
O will bank havia sido preservado quando a autoridade monetária determinou a liquidação do Banco Master, por acreditar que havia interessados na sua aquisição
A chamada “bolsa das pequenas e médias empresas” vê espaço para listagens, mas diz que apetite estrangeiro ainda não está no radar
Nessa corrida tecnológica, quem mais surpreende é uma concorrente 100% digital que nem sequer está na bolsa; veja qual a recomendação do BTG na disputa entre Movida e Localiza
Até então, a oferta original da Netflix era no valor de US$ 82,7 bilhões, mas a aquisição seria realizada com pagamento em dinheiro e em ações
O fundo Phoenix, do empresário, comprou a Emae em leilão em 2024, no processo de privatização da companhia, e tentava barrar a operação.
Os resultados da primeira edição do Enamed surpreenderam negativamente analistas do JP Morgan e reacenderam o debate sobre riscos regulatórios no ensino médico privado, com Yduqs (YDUQ3) como a mais exposta, embora BTG veja impacto econômico limitado no curto prazo