O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O segmento de incorporação, que é focado em imóveis para o programa habitacional, registrou R$ 2,2 bilhões em vendas líquidas
As prévias das construtoras são sempre aguardadas pois dão ao mercado um vislumbre da performance das companhias. No caso da MRV (MRVE3), os números operacionais do terceiro trimestre eram especialmente esperados pois a companhia realizou uma oferta de ações bilionária no período.
E os números divulgados nesta terça-feira (17) também trazem cifras na casa dos bilhões: o segmento de incorporação, que é focado em imóveis para o programa habitacional Minha Casa Minha Vida (MCMV), registrou R$ 2,2 bilhões em vendas líquidas, alta de 54,5% na comparação com o mesmo período do ano passado.
A alta ocorreu a despeito do avanço mais modesto, de 2,9%, no Valor Geral de Vendas (VGV) dos lançamentos, que chegou a R$ 1,8 bilhão. Já o ticket médio das unidades subiu 18,9% na mesma base de comparação, para R$ 239 mil.
"Valendo-se da melhora das condições oferecidas pelo MCMV, a companhia segue implementando sua estratégia de redução de risco e reduziu o pro-soluto concedido em suas vendas, finalizando o 3T23 próximo a 17%", destaca o comunicado enviado ao mercado hoje.
Fora da MRV Incorporação, as subsidiárias Resia e Luggo reportaram queima de caixa no terceiro trimestre.
Segundo a companhia, a incorporadora norte-americana deve vender o empreendimento Biscayne Drive nos próximos três meses.
Leia Também
"A grande demanda pela locação dos imóveis construídos pela Resia se mantém, confirmada pela alta velocidade de locação dos empreendimentos já lançados e em processo de estabilização", cita o comunicado da MRV.
Mas, por enquanto, como não foi comercializada nenhuma propriedade no 3T23, o valor investido nas construções resultou na queima de R$ 443 milhões. Do total, 92% foi utilizado para financiar os projetos, enquanto os outros 8% correspondem às despesas da holding e demais desembolsos.
Já a Luggo, que desenvolve empreendimentos para locação, registrou um rombo menor no caixa, de R$ 53,2 milhões negativos. A subsidiária também espera concluir a venda de propriedades no quarto trimestre para reverter a queima de recursos.
A empresa de saúde e diagnósticos sofre com leitura negativa do mercado após balanço do quarto trimestre de 2025; entenda os impactos do desinvestimento e as dúvidas sobre a joint venture com a Amil
Companhia destaca que qualquer decisão de investimento passa por análises técnicas e processos formais, tranquilizando investidores da bolsa
Epic Games, empresa criadora do Fortnite, faz corte brutal na equipe e coloca a culpa no principal game da casa
O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
Regulador cita fragilidade financeira e irregularidades; grupo já estava no radar de investigações
Data de corte se aproxima enquanto caixa turbinado muda o jogo para quem pensa em investir na ação da farmacêutica
Projeções de proventos ganham fôlego com revisão do banco; veja o que muda para o investidor
Nova estrutura separa operações e cria uma “máquina” dedicada a um dos segmentos mais promissores do grupo; veja o que muda na prática
A JBS ainda considera que o cenário de oferta de gado nos EUA seguirá difícil em 2026, com o boi se mantendo caro para os frigoríficos devido à baixa no ciclo pecuário
No entanto, enquanto ela olhava para dentro de seu negócio, as concorrentes se movimentavam. Agora, ela precisará correr se quiser se manter como uma competidora relevante no jogo do varejo brasileiro
Em participação no Imersão Money Times, em parceria com a Global X, Caio Gomes, diretor de IA e dados do Magalu, explica quais foram as estratégias para adoção da tecnologia na varejista
Após a recuperação judicial nos Estados Unidos, quase fusão com a Azul e OPA, a companhia vai voar para longe da bolsa
Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Após reduzir alavancagem, varejista busca agora melhorar a qualidade do funding; entenda
A Americanas estava em recuperação judicial desde a revelação de uma fraude bilionária em 2023, que provocou forte crise financeira e de credibilidade na companhia. Desde então, a empresa fechou lojas, reduziu custos e vendeu ativos
Companhia propõe cortar piso de distribuição para 1% do lucro e abre espaço para reter caixa; investidor pode pedir reembolso das ações
Pagamento anunciado pelo banco será realizado ainda em 2026 e entra na conta dos dividendos obrigatórios
Após tombo de mais de 90% desde o IPO, banco vê espaço adicional de queda mesmo com papel aparentemente “barato” na bolsa; entenda
Apesar de sinalizar uma possível virada operacional e reacender o otimismo do mercado, a Hapvida (HAPV3) ainda enfrenta ceticismo do Citi, que reduziu o preço-alvo das ações
Com o aumento dos investimentos, as margens continuam comprimidas, então o retorno para acionistas não deve vir no curto prazo, acredita o banco. Entrada no segmento farmacêutico também deve ser gradual, com projeto piloto lançado ainda neste ano