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A união traz quatro novos FIIs para a prateleira da Valora e deve elevar seu total de ativos sob gestão para R$ 13 bilhões
No dia em que o IFIX pode igualar seu recorde da maior sequência de altas dos últimos três anos, outra notícia também chama a atenção dos investidores de fundos imobiliários. A novidade não está diretamente ligada às cotações, mas deve impactar mais de 56 mil cotistas: esse é o número de pessoas que investem nos FIIs da Mogno Capital, gestora adquirida pela Valora Investimentos.
O valor do negócio não foi divulgado, mas a união deve elevar o total de ativos sob gestão da Valora para R$ 13 bilhões e reforçar sua atuação no segmento imobiliário.
“A transação expandirá o portfólio de produtos da Valora e trará benefícios significativos para ambas, com a junção das suas melhores práticas de gestão e expertise em FIIs”, destaca a companhia compradora no comunicado enviado à imprensa nesta sexta-feira (19).
Vale destacar que, atualmente, a Valora possui mais de 500 mil investidores divididos entre três fundos imobiliários e um fiagro listados na B3, além de outros fundos voltados para renda fixa, infraestrutura e previdência.
Já a Mogno Capital conta com quatro FIIs e também oferece investimentos em crédito estruturado, por meio de FIDCs, CRIs, debêntures, notas comerciais ou crédito alternativo, como o envolvido em litígios.
“O objetivo é trabalhar em conjunto para destravar valor para os cotistas e oferecer soluções cada vez mais inovadoras e eficientes no mercado de fundos de investimento”, cita o comunicado.
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Para os sócios da gestora, a aquisição será especialmente positiva para o segmento de fundos imobiliários pois proporcionará maior diversificação, eficiência operacional e liquidez aos portfólios.
“A Gestora manterá o foco em seus segmentos de atuação, sempre buscando oferecer as melhores opções de investimento para nossos clientes”, declara, em nota, Daniel Pegorini, CEO da Valora Investimentos.
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
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