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A venda dessa divisão é considerada positiva para a Vale; analistas entendem que a venda da unidade pode destravar valor em VALE3
*CORREÇÃO: Por um erro da redação, a matéria original informava de maneira incorreta no título e no primeiro parágrafo que o valor do negócio era de US$ 25 bilhões. O valor da transação é de US$ 2,5 bilhões. Segue a íntegra da nota corrigida:
A mineradora brasileira Vale (VALE3) está perto de concluir um acordo para vender cerca de 10% de participação em sua unidade de metais básicos para uma joint venture entre fundos soberanos sauditas. A operação de US$ 2,5 bilhões foi divulgada em primeira mão pelo jornal norte-americano The Wall Street Journal.
A área de metais básicos também era cobiçada pela japonesa Mitsui & Co e pela Tesla, do bilionário Elon Musk. Inclusive, Jerome Guillen, ex-braço direito de Musk dentro da Tesla, foi apontado como uma das cabeças por trás da venda dessa divisão.
O executivo disse à época de sua chegada que a geração de caixa do segmento de metais básicos está "subdimensionado", ao mesmo tempo em que a demanda por esses produtos e a indústria como um todo também não estariam precificadas adequadamente.
A necessidade de separar os negócios de minério de ferro e de metais básicos surgiu a partir das projeções de que a demanda por cobre e níquel aumentará consideravelmente nos próximos anos.
O Public Investment Fund (PIF, fundo de investimento público, na tradução) e a mineradora estatal Ma'aden estão costurando um acordo para pagar US$ 2,5 bilhões por um pedaço dessa divisão de metais. Segundo fontes ouvidas pelo WSJ, um acordo pode ser anunciado ainda esta semana.
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A venda dessa divisão é oportuna para o bom momento da Vale. Analistas entendem que a empresa pode ter um grande destrave de valor ao vender a unidade.
Além disso, o relatório de produção da Vale, publicado recentemente, indica que a produção do minério de ferro subiu 6,3% na comparação anual, enquanto vendas de finos de minério subiram 0,9%.
Ao mesmo tempo, a produção e venda de cobre e níquel também subiram na comparação trimestral.
Segundo dados do Trademap, a semana tem sido boa para os papéis VALE3, que registram alta de 7,09% no período.
Em relação à mesma data de julho do ano passado, o avanço é de 10,39; no fechamento de ontem, as ações encerraram o pregão cotadas a R$ 72,01.
É esperado que o anúncio tenha algum reflexo nas ações. Entretanto, o exterior negativo pode limitar o impacto positivo da notícia.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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