O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Analistas do Banco Santander apontam que a atuação internacional de algumas empresas acaba desfavorecendo as projeções para os papéis dessas companhias.
As empresas brasileiras do setor de proteínas prezam pela diversificação de seus portfólios, com investimentos consistentes ao longo dos últimos anos. Essa pulverização global anima e eleva as possibilidades, mas parece que, no momento, nem todas as regiões geográficas aparecem com boas opções — o que acaba diferenciando, e muito, as expectativas para os principais frigoríficos do país.
Em relatório divulgado nesta segunda-feira (06), analistas do Banco Santander apontam, no entanto, que no presente momento, a atuação internacional de algumas empresas acaba desfavorecendo as projeções para os papéis dessas companhias.
É o caso da JBS (JBSS3), hoje com grande exposição ao mercado de proteínas norte-americano. Com isso, a expectativa dos analistas Rodrigo Almeida e Laura Hirata é de que os próximos trimestres continuem difíceis para a empresa.
O banco de investimentos diz gostar da variedade da empresa no momento, mas os problemas encarados nos Estados Unidos pressionam os resultados. No país, o mercado de proteína sofre com a redução do rebanho de gado, o que leva a uma menor margem da subsidiária americana, já que existe apenas um espaço limitado para aumentar os preços da carne vendida.
Além disso, outro problema regional é uma oferta maior do que a desejável de aves, o que mais uma vez afeta os preços de mercado. O setor de suínos dos EUA também exerce suas pressões, com o preço por cabeça subindo.
No Brasil, a empresa também conta com uma produção excedente mais uma vez pressionando as margens do negócio. Mas isso não significa que os analistas tenham dúvidas sobre a capacidade da gestão. Muito pelo contrário.
Leia Também
O Santander acredita que a JBS segue sendo uma empresa de qualidade "premium". No entanto, existem muitos fatores negativos no radar que possibilitariam uma melhora nos ganhos no futuro recente.
Assim, a recomendação para os papéis JBSS3 é neutra, com um corte no preço-alvo de R$ 22,50 — contra os R$ 32,80 anterior.
Na bolsa, a reação dos investidores é negativa. As ações do frigorífico recuam quase 2%. Acompanhe a nossa cobertura de mercados
Enquanto a forte exposição da JBS no mercado americano preocupa, a estratégia recente de aquisições e diversificação da Minerva são apontadas como pontos positivos pelos analistas do banco, o que levou a uma elevação do preço-alvo de R$ 20 para R$ 23, com um potencial de alta de quase 70%.
Para o banco de investimentos, o forte posicionamento da companhia na América Latina é a chave para o sucesso, uma vez que, ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos, os impactos das adversidades são mais neutros na região, e o ciclo do gado no Brasil segue mais favorável.
Os analistas destacam que o patamar atual dos preços dos papéis é atrativo, com a companhia sendo negociada com um desconto de até 15% com relação à sua média histórica. Além disso, as aquisições recentes e outras oportunidades estudadas na Austrália e na América do Sul devem ajudar a geração de caixa futura.
Outras duas empresas que também possuem perspectivas negativas no curto e médio prazo são a BRF (BRFS3) e a Marfrig (MRFG3).
Para os analistas, a BRF segue em processo de reestruturação e "virada", em busca de uma atividade mais rentável, mas as pressões nos custos e a divulgação pouco clara sobre os planos estratégicos futuros dificultam. "O mercado deve começar a precificar as melhorias apenas quando os benefícios da execução começarem a ser sentidas".
Com uma produção excedente de aves, as margens da BRF devem ser desafiadoras. E, apesar do desconto de 22% no preço das ações com base na média histórica, o banco decidiu cortar o preço-alvo para os papéis de R$ 14 para R$ 9.
Os investidores reagem negativamente na bolsa, com os papéis da BRF liderando as perdas do dia no Ibovespa. Por volta das 16h, as perdas eram de mais de 7%, a R$ 7,13.
Já a Marfrig, "empresa-mãe" da BRF, também deve seguir com resultados fracos nos próximos trimestres, com uma contração nas margens do seu braço de negócios americano, ainda que a sua operação na América Latina deva apresentar melhorias.
O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?
Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde
A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores
Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel
Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda
Vendas disparam no 4T25, ritmo comercial acelera e reforça a tese positiva para a construtora, apesar do foco maior na queima de estoques e de um caixa ainda pressionado
A companhia se antecipou a movimento de minoritários, ocupando vagas no conselho e rejeitando pedido de assembleia feito por Rafael Ferri, que queria uma Assembleia sobre as vagas que estavam em aberto desde o fim de dezembro
Enquanto os holofotes apontam para o S26 Ultra, um detalhe discreto no modelo básico pode ser o verdadeiro salto da próxima geração: carregamento mais rápido
Autoridade monetária cita “violações graves” e diz que apurações seguem em curso; entenda o caso
Concessionária acumula nove autuações desde 2019 e é acusada de falhas graves em serviços essenciais; número oficial de afetados por apagão em dezembro sobe para 4,4 milhões
Os analistas passaram o preço-alvo para 12 meses de R$ 59 para R$ 58, com potencial de valorização de cerca de 7%
Após trocar de presidente e diretoria, banco convocou uma assembleia para deliberar sobre mudanças em seu conselho de administração
Jamie Dimon aposta que a IA será o diferencial competitivo que permitirá ao banco expandir margens de lucro, acelerar inovação e manter vantagem sobre concorrentes
Empresa ganhou destaque na mídia após a tentativa de compra do Banco Master no final de 2025
Três anos após a revelação da fraude contábil bilionária, o caso Americanas ainda reúne investigações em andamento, sanções sem desfecho na B3, disputas por ressarcimento e uma empresa que tenta se reerguer em um mercado cada vez mais competitivo
Multinacional anuncia saída do transporte doméstico no Brasil, inicia demissões e reforça estratégia focada em logística internacional e cadeia de suprimentos
Aos 24 anos, Oscar Rachmansky é fundador do OS Group, negócio que oferece calçados e roupas de marcas consolidadas
Encontro entre BC e TCU tentou reduzir tensão após suspensão de inspeção determinada por ministro
Se for aceita pelo TCU, a representação levaria a uma apuração sobre as questões levantadas em relação a Otto Lobo
Os papéis caem forte mas analistas mantêm preço-alvo de R$ 27; entenda como as mudanças na gestão afetam o futuro da companhia e confira os detalhes da transição