O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco norte-americano deixou de indicar a venda da resseguradora para assumir uma posição neutra em relação aos papéis. Além disso, elevou o preço-alvo de R$ 25 para R$ 40
As ações do IRB (IRBR3) estão disparando nesta quarta-feira (16): chegaram a subir mais de 17%, lideram os ganhos do Ibovespa e também da bolsa. O que faz os papéis da resseguradora brilharem hoje é a nova recomendação do Citi.
O banco norte-americano deixou de indicar a venda de IRB para assumir uma posição neutra em relação às ações.
Além disso, elevou o preço-alvo de R$ 25 para R$ 40 — implicando agora em um potencial de valorização, ainda que pequeno (de 1,2%).
Por volta de 13h20, os papéis da resseguradora subiam 13,57%, cotados a R$ 44,93. No mês de agosto, as ações acumulam queda de 12%, mas em 2023 têm ganho acumulado de 74%.
Segundo Citi, o IRB começou a dar os primeiros passos na melhoria da rentabilidade, pois os contratos antigos estão pesando cada vez menos na sinistralidade.
Como resultado, os níveis de suficiência de capital também começaram a melhorar e devem ser menos preocupantes daqui para frente, de acordo com o banco.
Leia Também
“Combinado com uma mensagem mais positiva da administração em relação ao crescimento e lucratividade no médio prazo — embora sejamos cautelosos com o otimismo — não vemos motivos suficientes para sermos vendedores neste momento”, diz o Citi em relatório.
A DINHEIRISTA — Pensão alimentícia: valor estabelecido é injusto! O que preciso para provar isso na justiça?
O IRB vinha passando por maus bocados desde 2020, mas parece que está deixando o pior para trás.
Nesta semana, a resseguradora reportou lucro pelo segundo trimestre seguido e fechou o primeiro semestre do ano no azul.
Depois de enxergar uma luz no fim do túnel nos primeiros três meses de 2023, o IRB andou em direção a ela entre abril e junho e fechou o segundo trimestre com lucro de R$ 20,1 milhões, revertendo um prejuízo obtido no mesmo período do ano anterior.
Segundo as previsões do Citi, o caminho da resseguradora deve seguir iluminado. O banco projeta lucro líquido recorrente para 2023 e 2024 de R$ 91 milhões e R$ 246 milhões, respectivamente, contra prejuízo de R$ 62 milhões e lucro de R$ 269 milhões anteriormente.
“As mudanças no lucro líquido são principalmente derivadas de melhores números reportados no primeiro semestre deste ano, menor índice de sinistralidade esperada, alguma eficiência nos custos de aquisição, bem como melhores resultados financeiros para 2023”, diz o Citi em relatório.
O banco também reduziu o custo de capital para 13,8%, de 14,9% anteriormente, para refletir o risco de capital reduzido.
Atualmente, o Citi vê as ações do IRB sendo negociadas a 0,75 vezes P/BV (preço sobre o valor patrimonial) em 2024.
Apesar da melhora gradual dos resultados trimestrais do IRB, nem todo mundo está otimista com a resseguradora como o Citi. O BTG Pactual, por exemplo, reafirmou hoje a recomendação de venda dos papéis e manteve o preço-alvo em R$ 40 em 12 meses.
“O IRB apresenta prêmios significativamente menores, o que é ruim para a subscrição (principalmente diluição de custos) e porque prejudica a capacidade de reinvestir prêmios e gerar resultados financeiros”, diz o BTG em relatório.
O banco pontua ainda que, com a taxa Selic em queda, não deve haver uma recuperação rápida na linha de resultados financeiros.
Segundo o BTG, apesar de alguma melhora em termos de capital e provisões técnicas, o múltiplo permanece pouco atraente — 0,8x BV mais recente, mas 1,8x BV ajustado, excluindo ativos intangíveis do patrimônio.
A a empresa quer que ao menos 45% da dívida seja revertida em ações, deixando os credores com até 70% das ações ordinárias, a R$ 0,40 por papel
Confira os problemas na operadora de saúde, segundo a gestora, e quais as propostas da Squadra para melhorar o retorno aos acionistas da Hapvida
A transação envolve toda a participação da Oi e de sua subsidiária na empresa de infraestrutura digital neutra e de fibra ótica por R$ 4,5 bilhões
O ponto central é a conversão das ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON); em reuniões separadas, os detentores de papéis PNA1 e PNB1 deram o aval para a transformação integral dos ativos
Empresa dá novos passos na reestruturação e melhora indicadores no ano, mas não escapa de um trimestre negativo; veja os números
O anúncio da renúncia de Bruno Moretti vem acompanhado de novos impactos da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã
O preço por ação será de R$ 5,59, valor superior ao atual: as ações fecharam o pregão de terça-feira a R$ 4,44
Em entrevista exclusiva ao Seu Dinheiro, Marino Colpo detalha as dores do crescimento da Boa Safra e por que planos estratégicos devem incluir M&A nos próximos meses
Subsidiária VBM salta de 10% para 26% do Ebitda da Vale e deve ganhar ainda mais peso com preços elevados e novos projetos
Com um fluxo de caixa mais estável, a empresa pode remunerar os acionistas. Se não encontrar novas oportunidades de alocação de capital, poderia distribuir R$41,5 bilhões em dividendos até 2032, 90% do valor de mercado atual, diz o BTG
A saída de Rafael Lucchesi, alvo de críticas por possível interferência política, foi bem recebida pelo mercado e abre espaço para a escolha de um CEO com perfil técnico — em meio a desafios operacionais e à fraqueza do mercado norte-americano
Desde o início do plano de desinvestimento da subsidiária, o total das vendas alcançam cerca de US$ 241 milhões, deixando um montante de US$ 559 milhões a serem alienados
Com Ebitda positivo e alavancagem em queda, aérea tenta deixar para trás fase mais aguda da crise; confira os números do trimestre
Emissão recebeu avaliação BBB- pela Fitch Ratings; agência defende que a nota “reflete o sólido perfil de negócios da JBS”
Na visão de analistas, preço dos papéis caiu em Wall Street, mas fundamentos não. Veja o que está por trás da recomendação
A visão do BTG, J.P. Morgan e Citi sobre as mudanças é positiva, principalmente ao reforçar o compromisso da empresa de se reinventar e modernizar a governança
Companhia avança na reestruturação com novo acordo de acionistas, migração dos fundadores para conselho consultivo e a entrada da Advent International, que pretende comprar até 10% das ações no mercado
Os acionistas elegeram a nova formação do colegiado, com maioria de membros independentes, reforçando práticas de governança alinhadas ao Novo Mercado da B3
O desinvestimento no Hortifruti Natural da Terra já estava no plano de RJ e era uma das opções para levantar recursos para a Americanas. No entanto, não houve acordo sobre o preço, diz Broadcast
Bancos credores e os detentores de títulos de dívida estão entendendo que segregar os negócios de usinas e os de distribuição de combustíveis pode ter um sentido econômico relevante para todos