O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Segundo agência, a dona do Windows está em negociações para investir até US$ 10 bilhões no modelo de inteligência artificial criado pela empresa OpenAI
Bill Gates criou um verdadeiro império da tecnologia, é impossível negar. A Microsoft, hoje a terceira empresa mais valiosa do mundo, é mestre em acompanhar a evolução da indústria e abocanhar estrategicamente negócios de sucesso em todos os segmentos do setor tech.
Após inserir-se no mercado de games com a compra da Activision Blizzard (ATVI), criadora de jogos como o Call of Duty e Candy Crush, agora, o alvo da empresa é a inteligência artificial, segundo informações da Bloomberg.
A dona do Windows está em negociações para investir até US$ 10 bilhões — algo em torno de R$ 52,7 bilhões, na cotação atual — no ChatGPT, um modelo de inteligência artificial criado pela empresa OpenAI que recentemente se popularizou no mundo inteiro.
O algoritmo de linguagem natural foi desenvolvido para “conversar” com os usuários, respondendo a perguntas, criando teorias e até mesmo solucionando problemas.
Este não seria o primeiro investimento da Microsoft na OpenAI, inclusive. A empresa de Bill Gates já aplicou em torno de US$ 1 bilhão na companhia de inteligência artificial em 2019.
De acordo com informações da Bloomberg, as empresas de tecnologia estariam em negociação sobre os termos do novo acordo de investimento no ChatGPT há meses.
Leia Também
O negócio estipularia que a gigante de software investisse o montante bilionário de US$ 10 bilhões ao longo de vários anos.
Os termos do contrato, porém, ainda poderiam mudar até as discussões finais sobre a transação, segundo as fontes.
O portal Semafor também informou que o potencial investimento poderia envolver outras empresas de risco e chegar a avaliar a OpenAI em US$ 29 bilhões.
O Wall Street Journal (WSJ) afirmou em relatório que a dona do ChatGPT estaria em negociações para vender ações existentes para companhias como a Thrive Capital e a Founders Fund.
O ChatGPT chamou a atenção da internet inteira após seu lançamento em novembro do ano passado. Com a inauguração do teste gratuito ao fim de 2022, a plataforma chegou a conquistar um milhão de usuários em menos de uma semana.
O algoritmo desenvolvido pela OpenAI, co-fundada por Elon Musk e Sam Altman, funciona como uma ferramenta de bate-papo para conversas humanizadas. O bot responde questões de todas as ordens, capaz até de conversar sobre investimentos.
A imitação da conversa humana chegou a criar especulações — e temor — sobre a capacidade de o bot ameaçar o trabalho de escritores profissionais e até mesmo o Google.
A intenção da Microsoft é adicionar o bot de linguagem ao seu mecanismo de pesquisa Bing, segundo fontes relataram à Bloomberg.
Com o negócio, a empresa de Gates conseguiria acirrar a competição com a sua principal concorrente no mercado de buscas, a Alphabet, dona do Google.
Isso porque, ao contrário do Google, que responde a perguntas através de links, o algoritmo da OpenAI replica as questões de forma natural e quase humana, uma vez que mantém uma conversa com o usuário.
Vale lembrar que, apesar de o algoritmo da OpenAI revolucionar o mecanismo de pesquisa, a precisão das respostas do ChatGPT também causa preocupações.
O CEO da OpenAI, Sam Altman, já destacou que a exatidão das respostas do bot não é boa o suficiente para o sistema ser considerado confiável. A cautela é tamanha que as escolas de Nova York proibiram os alunos de utilizarem o algoritmo.
O site The Information ainda relatou que a Microsoft pretende inserir o bot nas plataformas Word, Outlook e PowerPoint.
No Outlook, o robô ajudaria a encontrar e-mails e recomendaria respostas, enquanto, no Word, o sistema auxiliaria na revisão de textos e em transcrições de reuniões do Teams.
*Com informações de Bloomberg e Reuters
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
Fintech recebe licença bancária no Reino Unido e lança oficialmente o Revolut Bank UK, acelerando o plano de se tornar uma plataforma financeira global
Varejista entrou em recuperação extrajudicial e suspendeu os pagamentos por 90 dias para tentar reorganizar suas finanças