🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Estadão Conteúdo

Balanço dos balanços

Inadimplência pesa, e lucro dos bancos Itaú, Bradesco, Santander e Banco do Brasil cai 8,7% no 2º trimestre, a R$ 24,3 bilhões; saiba o que esperar daqui para frente

Lucro líquido dos bancões no semestre também caiu 7,3%, para R$ 47,709 bilhões, e não necessariamente o pior ficou para trás

Estadão Conteúdo
12 de agosto de 2023
13:21
4 Bancões - Santander - Banco do Brasil - Itaú - Bradesco
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Os quatro maiores bancos brasileiros de capital aberto - Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC3; BBDC4), Santander (SANB11) e Banco do Brasil (BBAS3) - tiveram lucro líquido de R$ 24,354 bilhões no segundo trimestre deste ano, de acordo com dados compilados pelo Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O número é 8,7% menor que o do mesmo período do ano passado, em uma variação que mostra que o endividamento das famílias continua alto. No primeiro semestre, o resultado dos quatro caiu 7,3%, para R$ 47,709 bilhões.

Inadimplência ainda pesa sobre os grandes bancos

Os primeiros seis meses do ano foram marcados pelo aumento da inadimplência, mesmo com o freio aplicado pelos bancos na concessão de crédito desde o ano passado. O alto grau de endividamento das famílias, resultado da aceleração da inflação em 2022 e da Selic em dois dígitos, fez com que os índices de inadimplência voltassem a crescer nos balanços dos quatro bancos.

Havia uma expectativa no mercado de que Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco e Santander Brasil sinalizassem claramente que o segundo trimestre foi o pior para os índices de atraso, mas este sinal não ficou claro. Enquanto o Itaú espera aumentos marginais dos índices, Bradesco e Santander sinalizaram que um ponto de inflexão está próximo, mas preferiram não cravar que o pior ficou para trás.

"Até por prudência, é difícil dizer que atingimos um pico, mas estamos bem próximos dele ou já o atingimos", disse o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari Junior, em coletiva de imprensa para comentar os resultados do banco. Entre maio e junho, os atrasos do segmento de pessoas físicas caíram, mas o índice total do banco, de 5,9%, cresceu em relação a março deste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Ganhos médios de R$ 71 em apenas 5 minutos: entre neste grupo GRATUITO de WhatsApp e aprenda como buscar esses lucros diariamente com alguns dos maiores especialistas em day trade. [CLIQUE AQUI E PARTICIPE]

O analista Matheus Amaral, do Inter, afirma que o trimestre mostrou indícios de uma inflexão, mas que a melhora efetiva da qualidade do crédito deve ficar para o segundo semestre. "Não é certo dizer que o pico já chegou no segundo trimestre, mas começamos a ver sinais mais positivos", diz.

Leia Também

A perspectiva coincide com a dos bancos, que acreditam que, com a redução dos juros e a agenda de consolidação fiscal do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o segundo semestre será de notícias positivas na economia. "A expectativa para a inadimplência nos próximos trimestres é de mais ou menos [alta ou baixa de] 0,1 ponto", afirmou o presidente do Itaú, Milton Maluhy.

VEJA TAMBÉM — Pensão alimentícia: valor estabelecido é injusto! O que preciso para provar isso na justiça? Veja em A Dinheirista

Provisões ainda altas

No primeiro semestre, porém, a conta da inadimplência seguiu alta. Em conjunto, os quatro bancos separaram R$ 64,138 bilhões para cobrir possíveis perdas de crédito, um volume 58% maior que o do mesmo intervalo do ano passado.

A maior alta foi do BB, com provisões 129% maiores, de R$ 13,031 bilhões. O maior volume veio do Bradesco, que praticamente dobrou as despesas com provisões, para R$ 19,8 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Lazari, do Bradesco, atribuiu o aumento ao peso de empréstimos concedidos até meados do ano passado, momento em que o banco decidiu fechar a torneira diante da piora dos indicadores. "A criação de PDD [Provisões para Devedores Duvidosos] no segundo trimestre ainda reflete o efeito de safras antigas", afirmou ele.

Amaral, do Inter, estima que os números do segundo semestre não tendem a ser mais animadores nesta frente. "Podemos esperar um custo de risco nos mesmos patamares que estamos vendo agora", diz, lembrando que Itaú, BB e Bradesco fornecem ao mercado projeções sobre o comportamento das provisões para o ano todo, e que os números não sinalizam uma desaceleração nos próximos meses.

De acordo com ele, o Desenrola, programa de renegociação de dívidas criado pelo governo federal, não deve produzir efeitos consideráveis nos balanços. "Dos R$ 50 bilhões que o governo estima renegociar, 70% são em dívidas com outras contas, e apenas 30% com os bancos", afirma. "O que temos estimado são impactos positivos, mas limitados."

Os três bancos privados manifestaram visão parecida. Segundo eles, como as dívidas renegociadas são de pequena monta e em muitos casos, já haviam sido baixadas a prejuízo, o efeito do programa tende a ser indireto, por permitir que o brasileiro volte a tomar crédito. "Não acho que o efeito do Desenrola vai mexer os ponteiros do banco. Vai ter um efeito, mas eu não vejo materialidade", afirmou Maluhy, do Itaú.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
SURFANDO O RALI

Ibovespa em recorde ajuda a turbinar lucro da B3 (B3SA3); resultado do 4T25 supera expectativas

26 de fevereiro de 2026 - 19:58

Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos

DINHEIRO NO BOLSO DO ACIONISTA

Além dos dividendos: Itaú Unibanco (ITUB4) anuncia R$ 3,85 bilhões em JCP; veja valor por ação e quem tem direito

26 de fevereiro de 2026 - 19:11

Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026

DEPOIS DO RALI

A Vale (VALE3) subiu demais? O vilão que fez o BofA deixar de recomendar a compra das ações e elevar o preço-alvo a R$ 95

26 de fevereiro de 2026 - 17:54

Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações

SINAL VERDE?

Marcopolo (POMO4) surpreende no balanço e ações aceleram na bolsa. Vale comprar ou ficar de fora? Analistas respondem

26 de fevereiro de 2026 - 16:31

Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo

R$ 1,7 BILHÃO BATENDO À PORTA

Por que o Pão de Açúcar está ‘na berlinda’? Qual é a real situação da empresa hoje e o que deu errado nos últimos anos

26 de fevereiro de 2026 - 16:02

Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante

ESQUENTA

Nova ação de saneamento na bolsa? Aegea dá sinais de um possível IPO; veja o que se sabe até agora

26 de fevereiro de 2026 - 13:16

A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura

O PIOR PASSOU?

Azul (AZUL53) dá tchau para o fundo do poço? S&P eleva a nota de crédito da companhia aérea após o fim da recuperação judicial

26 de fevereiro de 2026 - 12:01

A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou

MAIS UM REVÉS PARA A EMPRESA

Fictor Alimentos (FICT3) finalmente se envolve na RJ da holding e agora corre grande risco; veja o que está em jogo

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta

AUMENTO DE CAPITAL

A conta aumentou: Banco de Brasília (BRB) busca aporte de quase R$ 9 bilhões com acionistas após caso do Banco Master; entenda

26 de fevereiro de 2026 - 11:20

Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.

A ESTRELA DO MERCADO CAIU?

Rede D’Or (RDOR3) tem alta de 39,2% no lucro, mas ação cai forte na bolsa; expectativas estavam altas demais?

26 de fevereiro de 2026 - 10:40

A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima

ALÍVIO NO CAPITAL

Banco do Brasil (BBAS3) quer mais fôlego no balanço e renegocia prazo para pagamento de R$ 4,1 bilhões ao Tesouro

26 de fevereiro de 2026 - 10:12

Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027

PROVENTOS NO RADAR

Engie Brasil (EGIE3) anuncia mais de meio bilhão de reais em dividendos após balanço do 4T25

25 de fevereiro de 2026 - 19:57

Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado

BTG SUMMIT 2026

Executivos da Amazon e do Google alertam: a IA é uma questão de sobrevivência para as empresas

25 de fevereiro de 2026 - 19:30

Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita

BALANÇO

Nubank (ROXO34) surpreende no 4T25: lucro cresce 50% e ROE atinge máxima histórica de 33%

25 de fevereiro de 2026 - 18:21

Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques

PLANO OUSADO... OU TEDIOSO?

Santander Brasil (SANB11) crava data para alcançar o sonhado ROE acima de 20%; banco mira eficiência na briga com fintechs

25 de fevereiro de 2026 - 16:29

Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players

RAIO-X DO BALANÇO

Lucro da C&A (CEAB3) cresce no 4T25, mas vendas perdem força. O que fazer com a ação agora?

25 de fevereiro de 2026 - 13:15

Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente

REAÇÃO AO BALANÇO

O pior trimestre em 10 anos: WEG (WEGE3) decepciona no crescimento no 4T25. Ainda vale pagar caro pela excelência?

25 de fevereiro de 2026 - 12:39

Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar

VAI TER ROE DE BANCÃO?

Depois do IPO, vale investir? BB Investimentos inicia cobertura de PicPay com recomendação de compra e potencial de alta de 32%

25 de fevereiro de 2026 - 11:58

Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos

DEPOIS DO AVAL DA JUSTIÇA

Oi (OIBR3) põe R$ 140 milhões ‘na mesa’ em 2º leilão para pagar credores de fora da RJ, mas exige desconto de até 70%

25 de fevereiro de 2026 - 10:37

Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes

VEJA OS NÚMEROS DO BALANÇO

Pão de Açúcar (PCAR3): há “incerteza relevante” sobre capacidade da empresa de seguir de pé, diz auditoria; veja detalhes

25 de fevereiro de 2026 - 8:47

Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar