O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco norte-americano projeta os papéis em R$ 51 e não mais em R$ 48 — o que representa um potencial de valorização de 14% em relação ao fechamento de terça-feira (11)
As ações da Hypera (HYPE3) começaram a quarta-feira (12) entre as maiores altas do Ibovespa, chegando a subir mais de 2%. A dona do Benegrip, da Coristina D e do Engov teve sua recomendação de compra reafirmada pelo Citi, que também elevou o preço-alvo dos papéis.
Agora, o banco norte-americano projeta a ação HYPE3 em R$ 51 e não mais em R$ 48 — o que representa um potencial de valorização de 14% em relação ao fechamento de terça-feira (11). A mudança, segundo Citi, reflete uma taxa de desconto menor, de 11,9%.
A recomendação de compra para a Hypera foi mantida com base na avaliação: o banco vê as ações sendo negociadas a um preço sobre lucro (P/L) para 2024 de cerca de 12,2x.
“Além disso, as recentes manchetes fiscais têm parcialmente eliminado nossas preocupações anteriores sobre grandes mudanças prejudiciais, enquanto as composições de vendas ficarão mais ‘fáceis’ no segundo semestre”, diz o Citi em relatório.
Depois de figurarem entre as maiores altas do Ibovespa na manhã de hoje, os papéis da Hypera reduziram os ganhos, mas seguem em alta: avançam 1,79%, cotados a R$ 45,54. No mês, acumulam perda de 0,61%, mas em 2023 têm ganho de 1,65%.
A atualização do modelo do Citi para a Hypera acontece alguns dias antes de a empresa divulgar seus resultados do segundo trimestre de 2023 — previstos para o dia 28 de julho.
Leia Também
Segundo o banco, as tendências de receita continuam evoluindo com o sell-out (vendas no varejo) atingindo alta de 10% na comparação anual, enquanto o sell-in (a relação entre o fabricante e os distribuidores) deve continuar a crescer mais rapidamente.
Combinados, o Citi calcula que a contribuição do segmento institucional será de R$ 100 milhões, impulsionando o aumento da receita a 16% em base anual.
Já a margem bruta e a margem Ebitda ajustada devem cair 50 e 70 pontos-base na comparação ano a ano, respectivamente, impactadas por alguma capacidade ociosa na fábrica e um aumento de despesas.
Como resultado, o Citi espera um lucro líquido de R$ 475 milhões — uma alta de 4% ano a ano — ou R$ 436 milhões excluindo o impacto dos juros capitalizados.
VEJA TAMBÉM - DÓLAR ABAIXO DOS R$ 4,50? O QUE ESPERAR DO CÂMBIO E SELIC NA RETA FINAL DE 2023
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026