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A Marisa, por sua vez, informa que, a partir desta quarta-feira (25), suas ações passam a ser negociadas grupadas na proporção de 5 para um
A Via anunciou a mudança de nome para Grupo Casas Bahia no final do mês passado como parte de sua reestruturação. A alteração, no entanto, pouco fez até o momento para ajudar as ações da companhia cujo ticker na B3 passou de VIIA3 para BHIA3.
Prova disso é que os papéis seguem cotados abaixo de R$ 1,00. Na sessão desta terça-feira (24), o setor de varejo foi castigado na bolsa brasileira e as ações da Casas Bahia terminaram o dia com queda de 3,77%, cotadas a R$ 0,51.
Esse valor classifica os ativos como penny stock, como são chamadas as ações cotadas a preços inferiores a R$ 1,00.
Embora as penny stocks — que têm como principal característica o preço baixo — sejam negociadas na B3, elas embutem uma volatilidade ainda maior do que o restante dos ativos do mercado acionário.
Por isso, a bolsa brasileira estabelece regras para inibir a negociação de ações abaixo de R$ 1 por muito tempo.
Por conta da regra da B3, a Casas Bahia começou a se movimentar na direção de um grupamento de ações.
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Nesta terça-feira (24), o grupo anunciou a convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para o 16 de novembro.
O objetivo da AGE, entre outras coisas, é aprovar o grupamento de ações ordinárias de emissão da companhia na proporção de 25 para 1.
O cenário não está fácil para as empresas do varejo brasileiro e, antes da Casas Bahia, a Marisa (AMAR3) precisou fazer o grupamento de suas ações. A operação foi anunciada no mês passado.
Nesta terça-feira (24), a varejista informou que terminou hoje o prazo para que os acionistas da Marisa ajustassem suas posições em lotes múltiplos de cinco ações.
Com isso, a empresa efetivou o grupamento da totalidade das atuais 342.842.912 ações ordinárias na proporção de 5 para 1.
A partir de amanhã (25), as ações da Marisa passarão a ser negociadas grupadas.
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