O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O Citi rebaixou a recomendação da companhia aérea de compra para neutra e cortou o preço-alvo dos ADRs de US$ 7,75 para US$ 4,20 — o que representa um potencial de queda de 13,2% em relação ao fechamento de segunda-feira (14)
As ações da Gol (GOLL4) estão despencando nesta terça-feira (15), liderando as maiores perdas do Ibovespa com queda de mais de 14%, depois que o Citi rebaixou os American Depositary Receipts (ADRs) da companhia aérea. O corte acontece na esteira do anúncio de uma emissão de bônus da empresa.
O Citi rebaixou a recomendação da Gol de compra para neutra com alto risco e cortou o preço-alvo dos ADRs de US$ 7,75 para US$ 4,20 — o que representa um potencial de queda de 13,2% em relação ao fechamento de segunda-feira (14).
Segundo o banco norte-americano, a participação da companhia aérea no grupo Abra, junto com a colombiana Avianca, e uma planejada emissão de bônus para subscrição de ações (warrants) parecem medidas drásticas que criam desafios importantes para acionistas minoritários da Gol.
As mudanças feitas pelo Citi também incluem:
Por volta de 13h15, as ações GOLL4 caíam 14,74% na B3, cotadas a R$ 7,98. Já os ADRs negociados em Nova York tinham queda de 14%, a R$ 3,19.
Na segunda-feira (14), a Gol anunciou que pretende emitir entre 991,95 milhões e 1,89 bilhão em bônus de subscrição de ações preferenciais.
Leia Também
O preço de subscrição de cada bônus é de R$ 5,84, fixado com base na avaliação do valor justo e levando em conta o prazo de exercício de subscrição até 2 de março de 2028.
A operação vai assegurar aos acionistas detentores de ações em 17 de agosto de 2023 o direito de preferência para subscrição dos bônus. As ações adquiridas a partir de 18 de agosto não terão esse direito de preferência.
Os acionistas da Gol que são titulares de ações preferenciais terão direito a subscrever 4,52268204173 bônus para cada ação preferencial que possuírem na data do registro. Já os titulares de ações ordinárias terão direito a subscrever 0,12921948690 bônus para cada ação ON.
O Citi diz ainda que a Gol parece estar no caminho certo em termos operacionais, com forte geração de receita, o que melhora o fluxo de caixa operacional, e em meio a um cenário competitivo brasileiro benigno.
Assim, o Ebitda em dólares esperado para o final de 2024 segue praticamente inalterado, aplicando um múltiplo-alvo de 5 vezes.
Mesmo assim, o Citi alterou a ordem de recomendação das companhias aéreas dentro de sua cobertura e, no Brasil, afirma que Azul é seu nome preferido em detrimento de Gol.
Além de sentir o peso do rebaixamento do Citi, as ações da Gol também despencam após passarem por um leilão por oscilação máxima permitida e levam os papéis da Azul junto — que chegaram a cair mais de 6% e ficaram entre as maiores quedas do Ibovespa.
De acordo com analistas, o reajuste do preço do diesel e gasolina anunciado pela Petrobras coloca no radar do mercado um possível aumento do querosene de aviação.
Essa perspectiva de reajuste junto com a valorização do dólar pesam sobre as companhias aéreas listadas na bolsa hoje.
Operação envolve transferência de ativos e dívidas para nova empresa sob controle dos investidores; saiba o que esperar do potencial negócio
Depois que a operação for fechada, a Claro será obrigada a abrir um registro de uma oferta pública para a aquisição das ações restantes da Desktop, em função da alienação de controle da empresa
Com recuperação extrajudicial, o real problema do GPA é bem maior. Veja quais as chances de isso vir a pesar de fato para a empresa e quais são os principais entraves para a reestruturação da companhia
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal recomendada pela Terra Investimentos subiu 68,44%, contra 36,04% do Ibovespa
Parceria de R$ 1,5 bilhão marca entrada mais firme da Helbor no MCMV, com divisão de riscos e reforço de caixa ao lado da Cyrela
A criação de uma reserva de petróleo ou de um fundo de estabilização voltam a circular; entenda o que realmente funcionaria neste momento
Os benefícios para a indústria petroquímica vieram menores que o esperado, o que pode comprometer ainda mais a recuperação da Braskem, que já vem em dificuldades com sua dívida e troca de controle
Levantamento do Ethisphere Institute reúne 138 empresas em 17 países e aponta desempenho superior e maior resiliência em momentos de crise
No cenário internacional, o barril do Brent acelerou os ganhos e passou de US$ 110 sob temores de uma crise energética global
A Alliança, ex-Alliar, pediu uma suspensão de débitos por 60 dias, alegando a necessidade de evitar uma recuperação judicial
Entre 2017 e 2026, a B3 mais que dobrou sua receita, ampliou o número de produtos disponíveis ao investidor e abriu novas frentes de negócios
Renner paga em abril, enquanto Cemig parcela até 2027; ambas definem corte em 24 de março e reforçam a volta dos proventos ao radar em meio à volatilidade do mercado
Com planos de expansão no radar, varejista pausou captação de até R$ 400 milhões diante da volatilidade global e mantém foco em execução operacional e crescimento da financeira
A saída de Leão ocorre após quatro anos no posto; executivo deixa de herança um plano para o ROE do banco chegar a 20% até 2028. Saiba também quem pode comandar a B3.
Na véspera, as ações da companhia do setor elétrico subiram 15%, embaladas pelo sucesso do certame; CEO fala em oportunidades à frente
Ação do banco digital caiu em 2026, mas analistas enxergam descompasso entre preço e fundamentos — e oportunidade para o investidor
Apesar de lucro e receita acima do esperado na fintech, o mercado reage ao contexto geopolítico, com maior aversão ao risco no pregão
O BTG Pactual manteve recomendação neutra para MBRF (MBRF3) e Minerva Foods (BEEF3) após a divulgação dos resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25)
Recente execução de garantias ligadas a dívida de R$ 1,2 bilhão redesenhou posição do polêmico empresário na empresa de energia
Dois meses depois do início dos ressarcimentos, o FGC já devolveu R$ 38,9 bilhões, mas parte dos investidores ainda não apareceu