O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O objetivo do Coletivo Nacional dos Eletricitários em aderir à ação do governo é acrescentar argumentos que reforçarão a necessidade de reversão do atual cenário societário da empresa
O Coletivo Nacional dos Eletricitários (CNE) vai entrar na segunda-feira (8) com pedido no Supremo Tribunal Federal (STF) de ingresso como amicus curiae — ou amigo da corte — na Ação de Inconstitucionalidade (Adin), proposta pela Advocacia Geral da União (AGU), contra o modelo de privatização da Eletrobras (ELET3).
A expressão amicus curiae, segundo o Supremo Tribunal de Justiça (STJ), é usada para designar o terceiro que ingressa no processo com a função de fornecer subsídios ao órgão julgador.
O CNE será representado pela Advocacia Garcez, que também está à frente de mais três ações no STF, representando o CNE, contra a desestatização da companhia.
A desestatização da Eletrobras foi realizada em junho do ano passado na B3, por meio de diluição da parte acionária da União, que ficou com 43% do capital da empresa.
O objetivo do CNE em aderir à ação do governo é acrescentar novos argumentos, que reforçarão a necessidade de reversão do atual cenário societário da Eletrobras, informam os advogados.
"A tentativa de modificação da Eletrobras de empresa pública para corporation não admite procedimentos açodados como foi o da privatização, e a existência dos blocos de acionistas é a prova concreta de que o plano do governo Bolsonaro para a estatal falhou e continua a falhar", explicam os advogados Elisa Alves e Maximiliano Garcez, da Advocacia Garcez.
Leia Também
No sábado (6), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou ao assunto durante a coroação do rei Charles III, em Londres, no Reino Unido. Ele disse que pretende entrar com outra ação questionando a privatização da Eletrobras.
Na sexta-feira(5), a AGU entrou com a Adin assinada pelo presidente Lula no STF mas, para pedir aumento do poder de voto à União, que tem 43% de participação na holding e poder de voto limitado a 10%.
De acordo com os advogados, as outras ações, que inclusive ainda não receberam liminares - como fez questão de ressaltar o presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr., ontem -, questionam, por exemplo, a obrigatoriedade do leilão de usinas térmicas, que fez parte da aprovação da privatização da companhia no Congresso, assim como a liberação do Linhão de Transmissão da hidrelétrica de Tucuruí, no Pará, sem consulta aos povos indígenas da região.
Outra ação, informa a advogada Elisa Alves, questiona o modelo de venda, pela falta de concorrência na venda das ações, requisito básico do modelo de privatização.
Já a ação impetrada ontem pela AGU entra no aspecto muito direto sobre o atual estado da Eletrobras, explica Alves.
"Hoje, falsamente (a Eletrobras) está sob corporation, mas definitivamente não é, porque existem blocos de acionistas, vários acionistas são facilmente identificáveis, por isso perdeu o caráter de ter uma gama de acionistas tão grande que não pode ter um dono", avalia. "Se os acionistas não conseguem exercer a proporcionalidade dos seus votos, então essa paridade que deveria existir dentro de uma corporation não existe", completou.
Andy Jassy admite que os estoques antecipados já não seguram os preços e que consumidores começam a sentir os efeitos das medidas, mudando hábitos de compra
Liquidação do will bank ativa o Fundo Garantidor de Créditos; investidores precisam se cadastrar no app do FGC para solicitar o pagamento
A aérea anunciou acordo para aporte de US$ 100 milhões, além de emissão de ações para captar até US$ 950 milhões, com diluição de 80% da base acionária; a companhia também publicou um plano de negócios atualizado
A receita somou US$ 12,05 bilhões no período, superando as estimativas de US$ 11,97 bilhões e representando um crescimento de 17,6%
A história de um banco digital que cresceu fora do eixo da Faria Lima, atraiu grandes investidores e terminou liquidado pelo Banco Central
Esses papéis haviam sido dados para a Mastercard como garantia de uma obrigação financeira, que não foi cumprida
O will bank havia sido preservado quando a autoridade monetária determinou a liquidação do Banco Master, por acreditar que havia interessados na sua aquisição
A chamada “bolsa das pequenas e médias empresas” vê espaço para listagens, mas diz que apetite estrangeiro ainda não está no radar
Nessa corrida tecnológica, quem mais surpreende é uma concorrente 100% digital que nem sequer está na bolsa; veja qual a recomendação do BTG na disputa entre Movida e Localiza
Até então, a oferta original da Netflix era no valor de US$ 82,7 bilhões, mas a aquisição seria realizada com pagamento em dinheiro e em ações
O fundo Phoenix, do empresário, comprou a Emae em leilão em 2024, no processo de privatização da companhia, e tentava barrar a operação.
Os resultados da primeira edição do Enamed surpreenderam negativamente analistas do JP Morgan e reacenderam o debate sobre riscos regulatórios no ensino médico privado, com Yduqs (YDUQ3) como a mais exposta, embora BTG veja impacto econômico limitado no curto prazo
Itaú avançou no ranking global após crescimento de 15% no valor da marca, enquanto o Banco do Brasil perdeu espaço e deixou a lista
O conselho de administração do BB definiu a política de dividendos deste ano; veja quanto e quando o banco vai pagar
Além da marca Riachuelo, a Guararapes opera as marcas Casa Riachuelo, Carter’s no Brasil e Fanlab
Ricardo Rosanova Garcia deixa os cargos de liderança com menos de quatro meses na função de diretor financeiro. Saiba quem assume as posições agora
O cenário para o e-commerce brasileiro em 2026 está ainda mais acirrado. Com frete grátis virando commodity, a competição migra para logística, sellers e escala — enquanto o embate entre Estados Unidos e China entra como pano de fundo da estratégia da Amazon, que está com sangue nos olhos pelo Brasil
Em meio às especulações, o Banco de Brasília respondeu sobre rumores de aporte bilionário e deu detalhes de sua situação financeira
Os analistas revelaram por que reduziram as perspectivas no curto prazo — e o que pode destravar valor para SOJA3 lá na frente
Com a Selic prestes a iniciar um ciclo de queda, executivos de gigantes do varejo brasileiro ainda enxergam um consumo pressionado no curto prazo, mas detalham onde veem espaço para crescimento, eficiência e ganho de margem ao longo de 2026