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Segundo CEO, operação abre espaço para a Engie investir mais em transmissão e energias renováveis; empresa manterá participação na TAG
O Conselho de Administração da Engie Brasil Energia (EGIE3) aprovou, nesta quinta-feira (28), a venda de 15% da Transportadora Associada de Gás (TAG) ao administrador de fundos de pensão canadense Caisse de Dépôt et Placement du Québec (CDPQ).
Segundo fato relevante divulgado ao mercado na noite de hoje, as ações emitidas pela operadora de gasodutos e que hoje pertencem à Engie serão adquiridas pela CDP Groupe Infrastructures, subsidiária integral da CDPQ, por R$ 3.113.550.000.
A venda se dará em uma estrutura de porteira fechada (locked box), com as devidas correções monetárias até a data de fechamento, diz o documento arquivado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A Engie permanecerá como acionista da TAG, com uma participação direta de 17,5% na operadora de gasodutos e se mantendo no grupo de controle da empresa em conjunto com a GDF International e a própria CDPQ.
“O desinvestimento parcial em TAG é uma opção atrativa para implementar uma rotação de ativos, em momento em que a Companhia possui um pipeline sólido de projetos em implementação, sem aumentar a pressão sobre a alavancagem, ratings e payout da Companhia”, explicou Eduardo Takamori, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Engie Brasil Energia, no fato relevante.
A conclusão da transação está prevista até o fim de janeiro de 2024 e ainda depende do atendimento a condições precedentes conforme previsto no contrato de compra e venda entre as partes.
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“A Transação está alinhada aos planos de investimentos da Companhia em renováveis e transmissão de energia, possibilitando uma melhor alocação de capital nesses dois segmentos, que estão no centro de nossa estratégia de crescimento”, comentou Eduardo Sattamini, Diretor-Presidente da Engie, segundo o fato relevante.
A companhia realizará uma videoconferência sobre a transação nesta sexta-feira (29), às 11h, que poderá ser acompanhada por este link.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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