O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O primeiro sinal positivo veio nos três meses finais de 2022, mas os analistas acreditam que esta deve seguir sendo a tendência ao longo de 2023 na Cogna
As ações da Cogna (COGN3) se encontram bem longe das máximas alcançadas nos tempos áureos, mas hoje (31) os papéis voltam a brilhar no topo do Ibovespa, liderando os ganhos do dia ao subir quase 8%.
Isso porque, após alguns anos de dificuldades em seu braço de educação superior, a companhia parece ter feito a lição de casa, e os sinais de que o pior já passou levaram o JP Morgan a rever positivamente as suas expectativas para o papel.
Em relatório divulgado nesta sexta-feira, os analistas do banco de investimentos promoveram as ações para uma recomendação neutra e, apesar de não ter um preço-alvo fechado, a instituição acredita que o valor justo está na faixa de R$ 1,90 a R$ 2,80 — um potencial de alta de até 53% —, ainda que a preferência no setor continue sendo pelos papéis da Yduqs e da Afya.
As razões para a melhora das estimativas do JP Morgan para a companhia são o sucesso do processo de reestruturação da educação superior, a melhora na linha de receitas e o maior controle de liquidez — ainda que o endividamento continue elevado.
Após quatro anos de resultados fracos e queda na receita de seu braço de educação superior, a Cogna voltou a apresentar crescimento de receita. Para isso, a empresa investiu em corte de custos, migração para cursos à distância e melhoria na oferta de diplomas.
O primeiro sinal positivo veio nos três meses finais de 2022, mas os analistas acreditam que esta deve seguir sendo a tendência ao longo de 2023.
Leia Também
A operação mais saudável também passa por uma melhoria da carteira de alunos — com níveis de inadimplência menos preocupante que os seus principais concorrentes —, garantindo assim uma normalização na projeção de recebíveis.
Outro ponto de destaque é o controle do risco de liquidez, uma vez que a posição de caixa de R$ 2,6 bilhões é suficiente para honrar os compromissos de 2023, de R$ 2,2 bi. No entanto, o endividamento ainda é uma preocupação, o que levou a companhia a queimar caixa na ordem de R$ 214 milhões no último ano.
Para o JP Morgan, apesar das melhorias, a companhia ainda se encontra negociada a múltiplos muito altos, acima de concorrentes como a Yduqs e a Anima.
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas