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CANCELADO!

De quem é a culpa? 5 mil passageiros vão perder o voo na Argentina a partir de amanhã; entenda essa história

A Flybondi opera 21% dos voos na Argentina e transporta mais de 300.000 pessoas por mês. A companhia aérea, que também opera três rotas para o Brasil, gera mais de 21.500 empregos indiretos.

Bandeira da Argentina
Bandeira da Argentina - Imagem: Shutterstock

Mais de 5 mil passageiros vão perder o voo a partir de quarta-feira (6) na Argentina — e devem ficar em solo por pelo menos três dias. 

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E a culpa de tudo é do governo argentino, segundo a Flybondi. A companhia aérea low cost informou que, devido à falta de autorização federal para transferir pagamentos ao exterior e alugar parte de sua frota, será obrigada a deixar os passageiros em solo. 

A empresa disse que não consegue cumprir com o aluguel e o pagamento de serviços especializados que deve contratar no exterior.

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"O atraso no pagamento obriga a companhia aérea a deixar dois dos seus aviões em terra e sem operar a partir de quarta-feira, 7 de junho. Esta medida afeta mais de 5.500 passageiros, entre voos cancelados e alterações de horários nos itinerários atuais", diz o comunicado da Flybondi.

Argentina: novos cancelamentos vem aí? 

A Flybondi, que opera na Argentina há mais de cinco anos, disse esperar que "o processo de aprovação tenha a agilidade e rapidez que o setor aéreo precisa" e não descartou novos cancelamentos e atrasos caso a situação não volte ao normal. 

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Em mensagem aos passageiros afetados, a companhia áerea explicou que na Argentina existem medidas restritivas para empresas que precisam acessar dólares para fazer pagamentos no exterior

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Para isso, segundo a Flybondi, a empresa deve solicitar periodicamente autorização do governo, mas nos últimos dois meses não recebeu as aprovações relevantes.

As restrições ao acesso a divisas inserem-se num contexto de crescente escassez de reservas no Banco Central.

A Flybondi opera 21% dos voos domésticos e transporta mais de 300.000 pessoas por mês. A companhia aérea, que também opera três rotas para o Brasil, gera mais de 21.500 empregos indiretos.

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*Com informações do Estadão Conteúdo

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