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A companhia adquiriu a empresa de software de segurança cibernética Splunk por US$ 28 bilhões, equivalente a R$ 137,98 bilhões, nas cotações atuais
A Cisco, maior fabricante de equipamentos de redes de computadores do mundo, anunciou a sua maior compra da história nesta quinta-feira (21).
A companhia adquiriu a empresa de software de segurança cibernética Splunk por US$ 28 bilhões, equivalente a R$ 137,98 bilhões, nas cotações atuais.
O montante consiste no valor de US$ 157 por ação em dinheiro, um prêmio de 31% em relação ao preço de fechamento da Splunk no pregão anterior.
O preço total ainda equivale a aproximadamente 13% do valor de mercado da Cisco, de atualmente US$ 215,9 bilhões (R$ 1,03 trilhão).
De acordo com o CEO da empresa de equipamentos de infraestrutura para redes de computadores, Chuck Robbins, o negócio será financiado a partir de uma combinação de dinheiro e dívida.
Em 2023, a Cisco adquiriu outras quatro empresas focadas em segurança. Porém, antes do Splunk, a maior operação da Cisco até então havia sido a compra da fabricante de decodificadores de TV a cabo Scientific Atlanta por US$ 6,9 bilhões, em 2006.
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Por volta das 15h20, as ações da Splunk subiam 21,14%, enquanto os papéis da Cisco amargavam perda de 4,07%.
Vale ressaltar que as ações da Cisco acumulam um desempenho mais fraco que o da bolsa norte-americana de tecnologia Nasdaq neste ano. Os papéis subiram 12%, enquanto o índice avançou 27%.
A expectativa é que a compra do Splunk pela Cisco seja concluída no terceiro trimestre de 2024.
Caso a Cisco desista do acordo ou se o negócio for barrado pelos órgãos reguladores, a empresa deverá pagar uma taxa de rescisão de contrato de US$ 1,48 bilhão para o Splunk, de acordo com um documento regulatório.
Por sua vez, se o Splunk der para trás no acordo, a companhia deverá transferir US$ 1 bilhão à Cisco.
A tecnologia do Splunk ajuda as empresas a monitorar e analisar dados para minimizar o risco de ataques hackers e resolver problemas técnicos mais rapidamente.
Há algum tempo, a Cisco tem reforçado seu negócio de segurança cibernética para atender às demandas dos clientes e impulsionar o crescimento.
“Nossas capacidades combinadas impulsionarão a próxima geração de segurança e observabilidade habilitadas para IA”, disse o CEO da Cisco, Chuck Robbins, em comunicado.
“Desde a detecção e resposta a ameaças até a previsão e prevenção de ameaças, ajudaremos a tornar organizações de todos os tamanhos mais seguras e resilientes.”
Robbins afirmou à CNBC que espera que as sinergias organizacionais entre as empresas se tornem visíveis dentro de 12 a 18 meses.
“Juntos, nos tornaremos uma das maiores empresas de software do mundo”, disse Robbins, em teleconferência com analistas.
Nos cálculos da Cisco, o negócio deve melhorar as margens brutas no primeiro ano e o avanço dos lucros pró-forma no ano seguinte.
A receita do negócio da Cisco aumentou 22% no ano fiscal encerrado em 29 de julho, para US$ 29,1 bilhões. No mesmo período, a unidade de produtos de segurança registrou um aumento de 4% das vendas, para US$ 3,9 bilhões.
O CEO do Splunk, Gary Steele, se juntará à equipe executiva da Cisco após a conclusão do negócio.
Antes de entrar para o Splunk, Steele foi CEO da Proofpoint, uma empresa de segurança cibernética que foi adquirida por uma empresa de private equity — que investe em participações em companhias — em 2021 por US$ 12,3 bilhões.
*Com informações de CNBC.
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
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