O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Basicamente, a PEC pretende simplificar os processos de venda de empresas estatais e desobrigar o Estado de consultar a população sobre quaisquer desestatizações
Após defender as desestatizações de companhias mineiras por anos, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, finalmente conseguiu dar o primeiro passo em direção às privatizações das estatais Copasa (CSMG3) e Cemig (CMIG4).
O governo mineiro protocolou na segunda-feira (21) uma proposta de emenda à constituição (PEC) para acelerar o processo de desestatização de empresas controladas direta ou indiretamente pelo governo mineiro.
Basicamente, a PEC pretende simplificar os processos de venda de empresas estatais. Além disso, o projeto de lei desobriga o Estado mineiro de consultar a população sobre quaisquer desestatizações.
“Hoje, para se fazer uma obra de melhoria dos serviços de atendimento aos mineiros, tanto Cemig quanto Copasa precisam passar por um longo e burocrático processo de licitação, que nem sempre seleciona as melhores empresas e soluções para o projeto contratado e, na grande maioria das vezes, fica mais caro”, afirma o governador Romeu Zema, em nota à imprensa.
Zema defende a privatização desde o início de seu primeiro mandato, em 2019, mas parece ter reunido apoio suficiente dentro do governo para enviar o projeto de lei só agora.
Vale lembrar que a proposta ainda passará pela análise do Legislativo. Para mudar a lei, é necessário que 60% dos deputados aprovem o projeto.
Leia Também
A ideia do governo é encaminhar já nos próximos meses as propostas de desestatização para apreciação da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
O objetivo é que todos os processos sejam concluídos até 2026, no fim do mandato do governador Zema.
De acordo com o comunicado, os recursos obtidos com as desestatizações devem ser usados para investimentos em infraestrutura de Minas Gerais.
Na visão do JP Morgan, a PEC para acelerar as privatizações da Copasa (CSMG3) e da Cemig (CMIG3) é positiva, mas é apenas o começo de um longo processo de desestatização das companhias mineiras.
Isso porque o governo ainda deverá reunir o apoio de 60% da assembleia para aprovar o projeto de lei.
Ou seja, só depois de conquistar o apoio da maioria dos deputados que o Estado poderá avançar para a definição das privatizações, como as prioridades entre as empresas e iniciar a modelagem dos processos de desestatização.
“Esperamos uma reação positiva no curto prazo para as ações CMIG4 e CSMG3, mas também prevemos alta volatilidade nos fluxos de notícias, pois esse não deve ser um processo tranquilo”, destaca o banco.
A XP Investimentos também encara a notícia como positiva. “Acreditamos que o Governo do Estado de Minas Gerais só enviaria tal proposta se acreditasse que a chance de aprovação é alta”, ressaltam os analistas.
Para a corretora, o cronograma “conservador” da privatização parece sensato. Isso porque a empresa acredita que “há diferentes resistências políticas à privatização de cada empresa”.
A XP ainda enxerga vários obstáculos a serem superados antes das privatizações serem feitas. Entre eles, os economistas ressaltam a aprovação das privatizações de cada empresa em Assembleia e a definição do modelo regulatório da Copasa.
Outros pontos que devem ser avaliados pelo governo são os modelos de privatização escolhidos e toda a situação da Gasmig — isto é, se a unidade será vendida com a Cemig ou separadamente.
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
Fintech recebe licença bancária no Reino Unido e lança oficialmente o Revolut Bank UK, acelerando o plano de se tornar uma plataforma financeira global
Varejista entrou em recuperação extrajudicial e suspendeu os pagamentos por 90 dias para tentar reorganizar suas finanças
A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades
Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores
A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado
Analistas do Itaú BBA e do Citigroup reforçam a tese positiva para a mineradora após encontro com o CEO e o diretor de RI da companhia
No MRV Day, gestão contou os planos para acabar de vez com o peso da operação nos EUA. O objetivo é concentrar esforços no mercado brasileiro para impulsionar margens e retorno aos acionistas
Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese
Banco revisa estimativas após resultados do 4º trimestre e mantém recomendação de compra para a fabricante brasileira de aeronaves
Cosan diz que modelo proposto não ataca o nó estrutural da Raízen e defende mudanças mais profundas na companhia de energia e combustíveis
Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações
A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas
Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os detaques do balanço
Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida
A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro
Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas
Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação
Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda