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A ideia de um carro voador pode parecer distante e até absurda — assim como Tim Maia ser o síndico de um prédio; mas ambos são eventos que aconteceram ou irão acontecer
No passado, o medo de extraterrestres e seus discos voadores passando entre os prédios poderia tirar o sono de alguns. Mas no futuro, essa cena pode ser comum, não com naves espaciais, mas com carros voadores. Ao menos é o que deseja a Eve Air Mobility, subsidiária da Embraer (EMBR3).
Isso porque a empresa está desenvolvendo aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical (eVTOL). Na prática, são os chamados carros voadores.
A planta industrial da fábrica dessas unidades será localizada na cidade de Taubaté, no interior São Paulo, segundo comunicado ao mercado.
A Embraer já tem uma unidade nessa mesma cidade, porém a nova planta ainda precisa ser aprovada pelas autoridades competentes.
Além do eVTOL, as empresas também desenvolvem outras aplicações, como um software único de Gerenciamento de Tráfego Aéreo Urbano (Urban ATM) para otimizar e expandir as operações de Mobilidade Aérea Urbana.
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A ideia de um carro voador pode parecer distante e até mesmo absurda — assim como Tim Maia ser o síndico de um prédio. Mas ambos são eventos que aconteceram (como a música W/Brasil de Jorge Ben Jor) ou irão acontecer de fato.
Em maio de 2022, a Eve anunciou uma parceria com a Porsche Consulting para definir a estratégia macro global de produção, cadeia de suprimentos e logística de seu eVTOL.
Desde então, as empresas têm trabalhado juntas em pesquisas avançadas de fabricação e inovação, utilizando suas expertises em aeronáutica e automobilismo no projeto do eVTOL.
A Eve também teve uma linha de financiamento de R$ 490 milhões aprovada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a primeira fase do desenvolvimento dessas aeronaves.
O valor do financiamento corresponde a 75% do total de R$ 652 milhões investidos nessa fase do projeto, voltada a pesquisa e desenvolvimento (P&D).
Localizada a pouco mais de duas horas da capital de São Paulo, o local oferece fácil acesso por meio de rodovias e proximidade de uma linha ferroviária, além de estar próxima da sede da Embraer, em São José dos Campos.
"Quando começamos a procurar um local para fabricar nosso eVTOL, quisemos repensar como a aeronave poderia ser construída utilizando as mais recentes tecnologias e processos de fabricação, combinados com outros aspectos, como a cadeia de suprimentos e logística", disse André Stein, co-CEO da Eve.
Para ele, o objetivo é oferecer produtos e serviços seguros ao mercado e ser altamente competitivos em eficiência de produção. A nova linha de montagem que está sendo projetada deve priorizar “segurança, qualidade, eficiência, produtividade e sustentabilidade”, diz.
"Essa decisão está alinhada ao nosso plano estratégico de crescimento baseado em inovação e sustentabilidade", disse Francisco Gomes Neto, Presidente e CEO da Embraer.
Vale lembrar que a empresa que está desenvolvendo o eVTOL hoje tem ações listadas em Nova York, com o ticker EVEX e EVEXW. O plano da companhia é colocar o "carro voador" em operação em 2026.
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
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