O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O negócio total foi avaliado em R$ 173 milhões e o valor restante será pago pela Arezzo (ARZZ3) em ações
Basta conversar com algum gestor de ações sobre o setor de consumo para ouvir o nome Arezzo (ARZZ3) entre os favoritos, reflexo de um negócio bem executado e bons resultados, que resistiram ao pior período da pandemia.
Conhecida também por suas aquisições, a empresa liderada por Alexandre Birman acaba de anunciar a compra de 60% das ações da Calçados Vicenza por um total de R$ 103,8 milhões — o valor ainda pode sofrer ajustes conforme definições de contrato.
Segundo o comunicado arquivado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Vicenza foi avaliada em R$ 173 milhões. Deste valor, 60% (ou R$ 104 milhões) será pago em dinheiro e os R$ 69 milhões restantes em ações — com período de lockup de quatro anos.
A Arezzo terá de fazer um aumento de capital para cobrir a parte em ações, mas isso deve representar uma diluição pequena para os acionistas atuais, estimada em 0,7% pelos cálculos da Empiricus Research.
A Vicenza, que faturou R$ 80 milhões em 2022, é voltada para as classes mais altas e pelo menos metade de suas receitas vem de exportações para países como Itália e Estados.
"Para além do posicionamento aderente ao da Arezzo &Co (classes A e B), enxergamos algumas sinergias possíveis com a marca gaúcha. Hoje com presença maior nos Estados Unidos, o grupo buscava expandir sua atuação na Europa, o que a Vicenza traz com as exportações para o continente. Ainda, a presença da adquirida nas multimarcas tem pouca sobreposição com a de Schutz, trazendo oportunidades interessantes de venda cruzada. Por fim, a fábrica própria também condiz com os planos da Arezzo &Co de verticalizar sua produção", disse a analista Larissa Quaresma, da Empiricus Research, a respeito da transação.
Leia Também
Atualmente, a casa recomenda compra de ARZZ3 em diversas de suas carteiras.
Vale dizer que essa é a primeira aquisição da Arezzo (ARZZ3) desde o follow on feito em 2022, quando levantou R$ 833 milhões. Na época, os executivos da empresa já haviam sinalizado que parte desse dinheiro seria usado para crescer comprando outras empresas.
Esse é mais um passo no plano da Arezzo & Co de ser um ecossistema de marcas, já que também é dona das linhas da Ana Capri, Alexandre Birman, Fiever, Alme, Vans e My Shoes.
Nos últimos anos, a Arezzo ainda se aventurou no segmento de vestuário e trouxe para o mercado marcas como Reserva e Baw Clothing.
No pregão desta terça-feira (17), as ações da Arezzo (ARZZ3) operam em alta após o anúncio da aquisição. Às 10h40, o papel subia 1,34%, cotado a R$ 78,47. No mês, o ativo sobe 0,11%, enquanto no último um ano o avanço é de 18,22%.

Em relatório recente, o Bradesco BBI projeta alta para a varejista neste ano. Os analistas acreditam que isso será possível graças ao foco em consumidores de alta renda, melhor execução quando comparada aos demais players e balanços saudáveis.
A equipe recomenda a compra de ARZZ3 e tem o papel como seu favorito no setor, com preço-alvo de R$ 100 — potencial de 29,1% de valorização
Operação em libras pode ser a primeira de uma empresa de tecnologia com prazo tão longo desde os anos 1990
Atualmente, o menino divulga os produtos na rede social Instagram, monitorada pela sua mãe
Entre as exigências está a apresentação de uma relação de credores mais completa, organizada por empresa, com os respectivos valores e a natureza dos créditos
O anúncio da contratação dos escritórios vem após a empresa ter tido suas notas de crédito rebaixadas por três empresas empresas de rating
A decisão foi motivada pelo vazamento de água e sedimentos que atingiu cursos d’água e áreas industriais da região há algumas semanas.
A Anac define regras específicas para as baterias de lítio, que são comuns em celulares, notebooks e powerbanks
Saída de Mariana de Oliveira se soma às mudanças na diretoria executiva da construtora; entenda o movimento
Aumento de capital acontece enquanto mercado anseia por IPO e empresa avalia novos ativos de saneamento
Agora, Fitch, S&P Global e Moody’s — as três principais agências de rating — rebaixaram a companhia para nível especulativo
Segundo a companhia, esses pagamentos serão realizados a título de antecipação do dividendo obrigatório do exercício de 2026
Na prática, cada papel BBSE3 vai receber R$ 2,54996501627 por ação, valor que será corrigido pela taxa Selic desde 31 de dezembro de 2025 até a data do pagamento
Para o maior banco de investimentos do país, o problema não está na distribuição — mas no uso excessivo do FGC como motor de crescimento
Mudança veio após a Raízen contratar assessores financeiros e legais para estudar saídas para o endividamento crescente e a falta de caixa; Fitch também cortou recomendação da companhia
Banco de Brasília apresentou na sexta (6) o plano para capitalizar a instituição após perdas com ativos do Banco Master; veja o que explica a queda da ação nesta segunda (9)
O BTG Pactual vê fundos ainda subalocados no papel, retorno esperado mais modesto e poucas razões para aumentar a aposta no curto prazo
Resultado do quarto trimestre fecha uma sequência de trimestres recordes e reforça a mensagem do banco: a rentabilidade elevada veio para ficar
Além das mortes, cerca de 200 casos de problemas no pâncreas estão sendo investigados pela agência
A Fitch estima que a companhia tenha cerca de R$ 10,5 bilhões em dívidas com vencimento nos próximos 18 meses, o que amplia o risco de refinanciamento
ROE do banco avança, mas analistas alertam para um “teto” que pode travar novas altas das ações BBDC4 na bolsa
A produtora de etanol enfrenta alto endividamento, com a dívida líquida atingindo R$ 53,4 bilhões no segundo trimestre da safra 2025/26, e busca alternativas para sair do sufoco