O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Desde que o banco norte-americano iniciou a cobertura dos papéis, a empresa registrou quatro trimestres seguidos de perdas; saiba se essa é uma oportunidade para entrar em ALPA4
A Alpargatas perdeu o passo nos últimos trimestres e o Citi acabou cortando o preço-alvo de ALPA4 — a nova avaliação do banco norte-americano faz as ações da empresa do setor de calçados liderarem as perdas do Ibovespa nesta quinta-feira (11), com recuo que chegou a superar os 5%.
A gota d´água para a mudança foi o resultado da dona da Havaianas no primeiro trimestre, quando anotou um prejuízo líquido das operações continuadas de R$ 199,7 milhões — uma reversão do lucro líquido de R$ 112,1 milhões obtido no mesmo período do ano anterior.
No período, a Alpargatas também viu sua receita cair 2,7% em base anual, para atuais R$ 902,5 milhões, e o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou negativo em R$ 211,6 milhões, ante R$ 144,4 milhões positivos entre janeiro e março de 2022.
“Desde que iniciamos a cobertura em maio de 2022, a Alpargatas reportou quatro trimestres consecutivos de Ebitda abaixo do esperado. Inicialmente, acreditávamos que isso estava relacionado a eventos pontuais e questões transitórias, especialmente no negócio internacional como interrupções na cadeia de suprimentos na Europa e mudança de canal nos EUA”, diz o Citi em relatório.
O diagnóstico inicial, no entanto, foi agravado pela avaliação da nova administração da companhia, que identificou a necessidade de uma reviravolta maior nos negócios da empresa, começando dentro da própria operação doméstica da Alpargatas, segundo o Citi.
O cenário levou o banco norte-americano a revisar a avaliação de ALPA4, que acabou tendo sua recomendação rebaixada para neutra e o preço-alvo cortado de R$ 21 para R$ 10 — o que representa agora um potencial de valorização de 7,2% em relação ao fechamento de ontem.
Leia Também
Por volta de 13h, as ações da Alpargatas recuavam 5,24% na B3, cotadas a R$ 8,85 — a maior queda do Ibovespa.

O banco norte-americano ainda vê oportunidades de crescimento de longo prazo para a Alpargatas, com melhoria do mix no BRasil e expansão internacional, mas prefere ficar de fora de ALPA4 neste momento até que a nova administração consiga gerir os obstáculos no caminho da empresa.
A primeira questão principal, segundo o Citi, é o próprio portfólio da Alpargatas, que se tornou complexo e trouxe uma série de ineficiências que precisam ser abordadas.
Diante desse cenário, o Citi reduziu as projeções para a Alpargatas neste ano.
Para o Brasil, por exemplo, o banco cortou a previsão dos volumes em 10% para 2023-2024, mas espera que o crescimento anual seja retomado no segundo semestre deste ano — “ embora os volumes do ano fiscal devam cair 2% em relação ao ano anterior em 2023”.
Já para as operações internacionais, a Citi reduziu os volumes em 15% para 2023-2024.
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas
A transação prevê o desembolso de US$ 300 milhões em caixa e a emissão de 126,9 milhões de ações recém-criadas da USA Rare Earth
No acumulado de 12 meses, a carteira semanal de ações recomendada pela Terra Investimentos subiu 94,90% contra 51,81% do Ibovespa
Com dívidas de R$ 4,3 bilhões, grupo terá fiscalização rígida da PwC após indícios de irregularidades; investidores devem acompanhar prazos cruciais para reaver valores devidos
Decisões judiciais passaram a atingir bens pessoais e até direitos hereditários de sócios, em meio ao avanço de investigações e ações de investidores que buscam recuperar recursos após suspeitas de pirâmide financeira
Nova projeção para o petróleo melhora cenário global, mas Bank of America vê na estatal uma combinação que outras empresas na América Latina não conseguem replicar
O BTG Pactual analisou os preços de 25 mil itens das marcas Vivara, Life e Pandora entre março e abril, para entender como elas têm reagido aos aumentos de custos