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A “inconsistência contábil” na Americanas representa quase o dobro do valor de mercado da varejista. Antes da descoberta, a empresa valia R$ 10,9 bilhões na B3
O mercado financeiro fala apenas em um número desde ontem à noite: 20 bilhões de reais. Esse é o valor do rombo contábil sem precedentes na história brasileira que foi anunciado pela Americanas (AMER3).
A tradicional varejista que tem como principais acionistas o trio de bilionários Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira fez a revelação em um comunicado de apenas uma página, que traz muito mais dúvidas que respostas.
A “inconsistência contábil” representa quase o dobro do valor de mercado da Americanas. Antes da descoberta, a empresa valia R$ 10,9 bilhões na B3.
A Americanas informou que o efeito no caixa é “imaterial”, mas que ainda não é possível determinar todos os impactos nem no balanço nem nos resultados.
Seja como for, a surpresa com a revelação do rombo é tão grande quanto os valores em si. Afinal, a Americanas é uma das empresas mais tradicionais não só do varejo como também da bolsa de valores brasileira.
A companhia está sob o controle dos bilionários há quatro décadas. A Americanas inclusive foi uma das primeiras incursões dos empresários rumo ao “sonho grande”, cujo ápice foi a criação da AB Inbev, a maior cervejaria do mundo.
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Lemann, o homem mais rico do Brasil, e seus sócios sinalizaram que “pretendem continuar suportando a companhia”. Ou seja, sinalizaram que podem eventualmente ajudar a cobrir uma parte do “rombo grande” das Americanas.
A propósito, a descoberta dos problemas no balanço acontece em mais uma tentativa de reestruturação da varejista, que vem tentando um lugar ao sol na disputa do comércio eletrônico.
Mas o sonho de tornar a Americanas uma “Amazon brasileira” agora ficou para terceiro plano. Como se não bastasse o incêndio interno para apagar, a Americanas ainda perdeu o CEO. Isso porque Sergio Rial, que havia acabado de assumir o comando da companhia, decidiu deixar o cargo.
A equipe do Seu Dinheiro está mobilizada para trazer todos os detalhes do caso, que com certeza vai deixar feridas expostas não apenas na Americanas como no mercado de capitais brasileiro como um todo.
Este artigo foi publicado primeiramente no "Seu Dinheiro na sua manhã". Para receber esse conteúdo no seu e-mail, cadastre-se gratuitamente neste link.
ESQUENTA DOS MERCADOS
Bolsas internacionais sobem antes da inflação dos EUA; Ibovespa aguarda pacote econômico de Haddad e reage a rombo na Americanas (AMER3). O CPI norte-americano deve ser divulgado nesta manhã, com as falas de representantes do Fed em segundo plano. Por aqui, as falas do ministro da Economia seguem no radar.
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É PRA COMPRAR!
PetroRio (PRIO3) ou 3R (RRRP3): qual a melhor petroleira para se ter na carteira agora? O JP Morgan responde. Para a PetroRio, o banco estabeleceu o preço-alvo R$ 56, enquanto, para a 3R, o preço-alvo é de R$ 100. Desse modo, o potencial de valorização para uma das ações passa de 150%. Confira.
MINA DE OURO?
Consultoria encontra US$ 5 bilhões em dinheiro e criptomoedas sob custódia da FTX. Segundo os auditores, o balanço não estava sendo feito de modo adequado, o que dificulta saber os recursos que existem em caixa. O montante será usado para pagar os clientes da exchange.
LOTERIAS
Aposta feita pela internet fatura sozinha a Lotofácil e terá direito a prêmio de R$ 1,79 milhão. Enquanto a Lofotácil segue fazendo novos milionários pelo Brasil, a Mega-Sena e a Quina continuam acumuladas e oferecem prêmios vultosos nesta quinta-feira.
ESTRADA DO FUTURO
Comprar ou vender? Saiba o que esperar das Big Techs na temporada de balanços. Na visão do colunista Richard Camargo, apesar de serem observadas em conjunto, as gigantes da tecnologia parecem oferecer relações muito diferentes de risco e retorno. Entenda.
Aquele abraço e uma ótima quinta-feira!
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